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a thousand books

Dom | 11.07.21

Fotografia.

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Gosto de fotografia desde que me lembro. Uma máquina fotográfica apontada, e lá estava eu pronta para o click. Em festas da escola. Em festas de aniversário. Em todos os Carnavais. Nas férias grandes do verão. E também nos Natais. As fotografias eram contidas, porque os rolos e o revelar dos mesmos representava uma pequena fortuna no orçamento familiar. Mas mesmo assim, muitos são os álbuns completos com as memórias felizes da minha infância.

 

A chegada do digital contribuiu muito para o crescimento desta paixão. Agora, uma fotografia é um momento instantâneo. Capturar memórias nunca foi tão imediato. As viagens. E os lugares. As experiências gastronómicas. Os livros. Os detalhes. Os passeios pela cidade. E os jardins mais bonitos. Os encontros. E os reencontros. Mas não há máquina fotográfica digital ou câmara xpto do telemóvel da última geração que consiga substituir uma fotografia impressa. Porque a memória que ali está, torna-se um bocadinho mais palpável.

 

É certo que temos à nossa disposição uma panóplia de aplicações para partilhar fotografias, de forma imediata, acessível em qualquer altura. Mas gosto mais de chegar ao final do ano, ver todas as fotografias que tirei, reviver todos os momentos, e escolher as fotografias mais bonitas. Aquelas que irão ocupar a grelha pendurada na parede. E agora, também tenho uma grelha só com pequenas polaroids.

2 comentários

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    Mariana Sofia

    19.07.21

    Acredito que ainda se pode resgatar esse habito. Cá em casa, muitas são as vezes em que vamos até à prateleira dos álbuns e nos sentamos a rir e a recordar. E que bom que é.


    Uma ótima semana!
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