2025 em fotografias.
Que as bons hábitos nunca mudem e que os registos fotográficos nos permitam sempre recordar a forma como escolhemos viver e com quem decidimos partilhar os melhores momentos. Com um copo de café na mão, preparem-se para aquela que foi a viagem de 2025 em fotografias.
Janeiro
Onde o tempo não passa e trinta e um dias parecem trezentos e sessenta e cinco. Mas desde que exista sempre tempo para riscar da lista quase infinita de restaurantes a visitar, está tudo certo. O Al Garage foi uma agradável surpresa e merece uma próxima visita. Só não sei quando.

Fevereiro
Com uma surpresa de aniversário para a mãe que é colo e casa. À nossa espera estava o frio gélido da Serra da Estrela, que nos permitiu uma experiência incrivelmente aconchegante. É um postal a céu aberto, com cada canto a ser um verdadeiro encanto.




Março
Onde choveu durante vinte e três dias consecutivos. Vinte e três dias e já ninguém aguentava não ver um raio de sol. Uma verdadeira deprimência que só se conseguiu combater com não um, não dois, mas três brunchs deliciosos em sítios que já nos são muito conhecidos - no Balthazar, no Heim Kaffe e ainda no Hygge Kaffe.




Abril
Onde rumámos até Barcelona para uma das viagens mais incríveis que já fiz. Uma cidade arquitetonicamente bela que ficou com um bocadinho do meu coração. Arrisco-me até a dizer que vivia ali com muita facilidade.






Maio
Um mês mais contido, mas que nos permitiu conhecer finalmente o Museu da Eletricidade. Aproveitam os cinquenta e dois museus gratuitos que temos.




Junho
Onde começam os dias de praia que sabem sempre a pouco, mas que se revelam a melhor terapia do mundo. E é claro que as experiências gastronómicas nunca podem faltar, seja nos melhores hambúrgueres da cidade, o Ground Burguer ou com umas pizzas bem boas no La Mafia.




Julho
Com o marco das férias de verão rumo ao sul. É aqui que se fazem os melhores dias de praia e onde se comem as melhores amêijoas à bulhão pato. Até cresce água na boca só com a recordação. E ainda houve tempo para uma um regresso divinal ao Pizzaiolo e uma visita ao Jardim Zoológico, que apesar de bem caro vale sempre a pena.






Agosto
Aqui celebrámos muito. Com motivos e sem motivos, porque é disto que se fazem as melhores memórias. Um brunch na Olívia para um reencontro mensal com uma amiga que levo para a vida. Um almoço no Kailua, um restaurante na Fonte da Telha. E ainda uma das melhores experiências gastronómicas no Pica-Pau, para marcar mais uma volta ao sol do pai cujo abraço é conforto todos os dias.




Setembro
Onde há quem recomece. E nós apenas abrandamos com mais livros e com passeios florestais que nos cortam a respiração. E com mais um regresso ao Pasta Non Basta. Se ainda não vos disse que é o meu restaurante favorito, estou em falta.



Outubro
Com os tons da estação mais bonita a invadir a minha galeria. As castanhas já fazem parte da tradição e só gosto delas assadas. Quentes e boas. Como aquele bagel que me conquistou logo na primeira dentada, na Amélia. E ainda rumámos à Taberna do Avillez que estava na lista há demasiado tempo. É para repetir, para ontem.






Novembro
Com manhãs de ronha, para experiências literárias aconchegantes e velas lindas com pinheiros no topo. É uma marca portuguesa que devem explorar, porque é tudo lindo. Ainda fomos pela primeira vez à inauguração das luzes de natal e tenho-vos a dizer que apesar de extremamente claustrofóbico, valeu a pena. A magia do natal começou aqui. E no fim do mês, fomos celebrar mais uma vez no grupo Non Basta, mas no Memória. Outro que já estava na lista há algum tempo.






Dezembro
Com uma das melhores épocas do ano. É a magia que paira no ar que nos move e nos mostra que as coisas mais bonitas estão mesmo diante de nós. É sobre saber aproveitar cada pedacinho do que nos rodeia. Seja numa viagem ao acaso que se revelou um postal natalício mágico, porque Viena é para lá de incrível. Seja numa massa trufada ou num arroz de robalo, no Madrasta. Ou até numa obra de arte que sai da nossa cozinha pelas mãos da minha mãe. Este tronco de natal estava lindo e bem bom. É amor transformado em arte.








Em retrospetiva, vinte vinte e cinco foi um ano do caraças. E apesar de reclamar muito sobre coisas aleatórias que não interessam nada agora, senti-me grata todos os dias. Por tudo o que já vivi, tudo o que já vi, todas as pessoas que permiti que entrassem na minha vida e por tudo o que ainda espera por mim. 2026, podes vir com tudo, estou pronta ✨
