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a thousand books

Qua | 25.09.19

Trufas de cacau e amêndoa

Ideias para quem gosta de snacks saudáveis e com pouco açúcar. Aliás zero % de açúcar. A única fonte de açúcar vem das tâmaras. É tudo natural. Foram um sucesso cá em casa. Todos gostaram. Menos eu, que esperava algo mais docinho. Quer dizer, para azeda já basto eu.  

~ trufas de cacau e amêndoa ~

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Ingredientes

* 170g de tâmaras sem caroço

* 230g de amêndoas cruas

* 25g de cacau em pó

* 2 colheres de sopa de óleo de coco

* 2 colheres de sopa de sementes de chia

* cacau em pó q.b.

 

Demolha as tâmaras em água morna por cerca de 1 hora. Escorre a água, retira-lhes o caroço e transfere-as para uma picadora. Junta as amêndoas, o cacau em pó, o óleo de coco e as sementes de chia.

 

Processa tudo até obteres uma pasta grumosa e moldável. Faz pequenas bolinhas com as mãos e leva-as ao frio por cerca de 30 minutos. Polvilha com cacau em pó e estão prontas.

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beijinhos **

Seg | 23.09.19

Uma mão cheia de verbos, take 2.

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{recordar. as fotografias que estão no disco externo. as fotografias que eternizaram as memórias de infância e que ainda persistem nos álbuns de fotografias. ou até as fotografias que se vão imprimindo, para preencher os diários de viagens, com pequenas legendas. as caixas de recordações estão cheias. de mapas. de tickets de metro. de bilhetes de cinema. de recibos de restaurantes. de pulseiras de festivais ou bilhetes de concertos. estão cheias de boas memórias que eu gosto tanto de recordar.}

 

{procrastinar. ou melhor, a arte de não fazer nada de produtivo quando se têm um montão de coisas importantes para fazer. a verdade é que quando os prazos apertam e a lista de coisas para fazer começa a crescer, a vontade de não fazer nada de realmente útil aumenta proporcionalmente. é um facto. e contra ele, não há grandes argumentos.}

 

{fotografar.mais do que ter a objetiva apontada para mim, gosto de ser eu a disparar o flash. especialmente quando me encontro no meio do mato, das flores, dos patos ou dos esquilos. em fábricas abandonadas ou miradouros selvagens. e comida, gosto muito de fotografar os pratos principais. e as sobremesas nem se fala.}

 

{ler. é a melhor forma de fugir às coisas chatas e rotinas do quotidiano. é aquele escape à realidade, que nos falta ao final de um dia intenso. é uma viagem confortável, sem destino marcado. e vamos construindo um passaporte literário, cada um ao seu ritmo.}

 

{abraçar. aquela sensação de nos sentirmos em casa nos braços de alguém é a melhor do mundo. quando estamos com saudades. ou simplesmente porque sim. e estes abraços são os melhores. sem motivo aparente, é uma vontade imensa que temos de dizer que não vamos a lado nenhum. e é tão bom quando assim é.}

 

TAKE 1

beijinhos **

Qui | 12.09.19

um dia por lisboa.

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{em busca de azulejos bonitos, 1.0}

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{gleba, moagem e padaria}

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{em busca de azulejos bonitos, 2.0}

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{gleba, moagem e padaria}

{apesar de ser alfacinha de gema, não conheço nem um quinto da minha cidade. e tanto que Lisboa tem para nos oferecer. locais bonitos, secretos ou apinhados de turistas. azulejos com histórias para contar. casas tradicionais que se mantém fiéis ao antigamente, mas com ligeiras adaptações ao mundo moderno. padarias modernas que procuram a melhor forma de nos oferecer o pão de antigamente. o verdadeiro pão. e podemos encontra-lo na gleba. depois há também aqueles sítios que nos permitem viajar até outros locais, só pelo paladar. e que nos fazem voltar tantas vezes quanto possível. a la boulangerie é assim. e eu já perdi a conta aos croissants estaladiços e perfeitos que lá comi. com várias combinações explosivas de tão bons que são. é assim um dia por Lisboa}

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{gleba, moagem e padaria}

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{em busca de azulejos bonitos, 3.0}

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{la boulangerie}

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{em busca de azulejos bonitos, 4.0}

beijinhos **

Ter | 10.09.19

Review | Águas Profundas

| Com 3,5 ⭐︎ |

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Sobre os thrillers, os melhores são aqueles que nos confundem quase até às últimas páginas, e que mesmo assim ainda deixam algumas pontas soltas. Nem todas as evidências precisam de explicações concretas. E já todos quisemos fazer parte da equipa de investigação do C.S.I.

 

Sobre Águas Profundas, um thriller bem estruturado, com uma narrativa envolvente, misteriosa e cheia de segredos por revelar. E se a detetive Erika Fosteresperava encontrar apenas as provas que lhe permitissem resolver o caso de narcóticos que tinha em mãos, debaixo de água, encontrou também os restos mortais de uma criança. Jessica Collins tinha sete anos quando desaparecera vinte e seis anos antes.  

 

A família Collins guarda muitos segredos. Amanda Baker, a detetive que tinha ficado encarregue de encontrar Jessica, vive agora atormentada pelo fracasso da investigação. A morte misteriosa de um homem que vivia junto da pedreira onde o corpo foi encontrado vai permitir juntar as pontas soltas. Mas há quem não queira ver o caso resolvido e fará de tudo para impedir que a verdade venha ao de cima.

beijinhos **

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Sex | 06.09.19

Polpetta, as melhores almôndegas da cidade.

Gosto de andar de restaurante em restaurante. Gosto de ir conhecendo as novidades, mas gosto ainda mais de regressar a alguns dos melhores restaurantes. Gosto de espaços com vida e história. Gosto que se demorem na preparação dos pratos. Gosto de inovações naqueles que são os pratos mais tradicionais. Mas gosto sobretudo que os pratos me façam recordar aqueles momentos mais especiais.

 

A Polpetta, uma almondegaria artesanal têm as melhores almôndegas da cidade. E não, nunca comi almôndegas fora de casa. Mas sei que estas foram melhores que já comi. No Regueirão dos Anjos, em Arroios, regressei a um dos meus pratos preferidos, quando ainda era uma criança. Era um dos pratos que mais sucesso fazia na cantina da escola primária.

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Para começar, pedimos as Bolinhas de Alheira com maionese de marmelada. Confesso que esta escolha foi feita a medo, tanto pelas bolinhas, mas especialmente pela maionese. Mas assim que se misturam, é uma completa explosão de sabores. Já não quero outra coisa. 

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Cada prato é diferente do anterior e do que se segue. Porque temos à nossa disposição uma seleção de diferentes almôndegas, com um de quatro molhos deliciosos e ainda acompanhamentos variados. Por isso, a escolha recaiu sobre as almôndegas clássicas, as de novilho, servidas com queijo ralado e molho de tomate, acompanhadas por pasta fresca. E para primeira vez, não poderia ter feito melhor escolha. As almôndegas estavam deliciosas, de tão suculentas que estavam. A pasta estava al dente, tal como se quer. E o molho de tomate? Era mesmo verdadeiro, se é que me entendem. Por isso, a vontade de lá voltar e de escolher novos sabores é muita. 

beijinhos **

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