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a thousand books

Ter | 27.08.19

a pizzaria casanova.

Já encontrei aquelas que são as melhores pizzas da capital. Pelo menos, para mim. Ainda assim, não quer dizer que não vá ao encontro de novas recomendações. O problema é que o nível já está tão elevado que dificilmente algum restaurante me vai fazer mudar de ideias.

 

A pizzaria Casanova ficou aquém das expectativas. A avaliar pela quantidade de pessoas que estavam tanto dentro do espaço como na esplanada, na Avenida Infante Dom Henrique, Armazém B, Loja 7 {Santa Apolónia}, apercebemo-nos de que fama não lhe falta. O atendimento é rápido, prestável e simpático. Já a qualidade das pizzas desilude um bocadinho.

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Foi na Diavola, uma pizza com mozzarella, tomate e salame picante, que depositei expectativas elevadas. Sobre a frescura dos ingredientes, tudo no ponto e na quantidade certa. Sobre a massa, apesar de fina parecia pastilha elástica; o centro da pizza sabia ligeiramente a queimado e estava húmida.

 

Nem sempre acertamos num bom restaurante. E nem todos gostamos do mesmo.

beijinhos **

Qua | 14.08.19

coisas de que gosto no verão.

A culpa é das nortadas, dizem os especialistas meteorológicos. É uma influência vinda de terras onde o sol quente não é bem vindo. E muito menos uma constante. Outros afirmam, a plenos pulmões, que a culpa é das alterações climáticas. a infeliz verdade.

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~ praia da marinha ~

Seja como for, queremos o verão. E não é de volta, porque ele não chegou e foi embora. Vagas de calor extremas no início de maio, não contam. E calor só a sul, muito menos. Já nos fomos habituando a calor fora de horas, mas ainda não sentimos a plena essência do verão. E queremos muito.

 

{porque as bolas de berlim na praia sabem pela vida. e os gelados nos dias quentes e abafados são a melhor sensação de sempre. as bolas de berlim na pastelaria ou em qualquer outro sítio não têm o mesmo sabor. e gelados no inverno também são bons, mas não me enchem as medidas}

 

{porque os sunsets são sempre lindos. os últimos raios de sol rasgam o céu e afundam-se no mar. e os cocktails e os petiscos são as companhias perfeitas para as noites longas de verão}

 

{porque as conchas que vamos apanhado à beira mar são as melhores recordações que se levam dos dias de praia, sem saber as horas ou sequer o dia da semana. e o sal na pele, é o melhor sentimento de quem chegou a casa}

 

Gosto do verão. Gosto muito do verão. E isso basta-me.

beijinhos **

Seg | 12.08.19

Review | A Banana Dele

| Com 4 ⭐︎ |

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Espero que conheçam a premissa que nos diz para não julgarmos um livro pela capa. E neste caso, pelo título também. Porque, na verdade, é graças a uma banana que começa este romance com uma boa dose de humor. E quanto baste de erotismo.

 

Natasha é jornalista. Acaba de conseguir o seu primeiro trabalho digno de todas as horas que deixou de ter vida social para se aplicar na sua vida académica. A par de todas as peripécias que caracterizam a sua rotina quotidiana, Natasha vê nesta oportunidade, a grande oportunidade para provar a todos que não é uma trapalhona. Que consegue dar um rumo à sua vida.

 

E aquilo que Natasha tem que fazer é muito simples: infiltrar-se na Galleon Enterprises e investigar as suspeitas de corrupção. O universo estaria pronto para se alinhar a seu favor e dar-lhe o lugar de estagiária; ela só tinha que dar tudo na entrevista com Bruce Chamberson. O problema foi o que aconteceu antes. Natasha é apanhada em flagrante com a banana na mão. É verdade, Bruce tem uma banana com o seu nome escrito a marcador preto. Ainda assim, e contra todas as probabilidades, ele contrata-a. Será amor à primeira vista? Ou uma forma de a castigar?

 

E vocês, o que andam a ler?

beijinhos **

Qua | 07.08.19

memórias das férias de verão.

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{bola de berlim, padaria pão da avó}

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{praia da marinha}

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{praia de armação de pêra}

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{feira junto ao mercado de armação de pêra, quartas e sábados}

{perde-se a noção das horas. e dos dias. estamos sempre a trocar os dias da semana e parece sempre domingo. as bolas de berlim são uma tradição. os gelados ocupam as sobremesas das noites de verão. os grelhados passam a fazer parte do menu diário. e a fruta do mercado é a melhor que se pode comer. as conchas e pedrinhas que se vão apanhando são as recordações preferidas. o sal na pele e o sol nas costas. o cabelo mais loiro e as sardas mais visíveis. a areia nos sítios mais improváveis. a água gelada que congela os ossos e nos enche de algas. as sopas de letras e os cruzadex que nos acompanham nas horas de maior calor. as fotografias que eternizam os melhores momentos. e as pulseiras de pé cheias de conchas. os sorrisos que se perdem e as gargalhadas contagiantes. e são estas as nossas memórias das férias de verão}.

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{espanha, ayamonte}

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{espanha, ayamonte}

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{miradouro da praia da marinha}

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{espanha, ayamonte}

beijinhos **

Dom | 04.08.19

Bye, julho!

Julho já lá vai. E as merecidas férias também. Foram ótimas, a propósito. Mas isso é assunto para mais tarde. Ainda estou a assimilar que o relógio voltou a ter horas. Ou que as bolas de Berlim já não fazem parte da minha rotina alimentar. E até mesmo que as praias mais bonitas estão a km’s de distância.

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E antes mesmo de rumar até ao sul, produtividade é a palavra que define a primeira quinzena de julho. Se não fosse a minha paixão pela comunicação e pelo digital, podia fazer Praia-Campo o ano inteiro; não dá para explicar o sentimento que fica por trabalhar com crianças. Por lhes poder proporcionar aquelas que são, muitas vezes, as únicas férias que têm.

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Experiências gastronómicas e culinárias

Julho não se revelou especialmente gastronómico. A minha cozinha viu mais uma vez a recriação de scones, os quais podiam fazer parte do meu pequeno almoço, todos os dias. Fomos conhecer o Ginos – gostámos tanto que voltámos assim que chegámos de férias.

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E como não se podem comer cachorros do Frankie todos os dias, julho permitiu-me uma nova visita. Fomos conhecer o espaço do Campo Grande, com um espaço exterior muito giro, mas um bocadinho apertado. Quando voltar a ser assolada por uma vontade súbita, vamos antes ao do Saldanha.

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Séries, filmes e livros

E, apesar do tempo apertado, julho revelou-se um bom mês para filmes e séries. Já dei conta das três temporadas de Narcos e a última temporada de La Casa de Papel foi devorada em 2 dias.

 

Os filmes sem pipocas servem todos os gostos, mais ou menos emocionantes – Ressaca Parte 3 {tão bom como os dois primeiros, que adormeci ao fim de 30 minutos, ups!}, Pirata das Caraíbas: Nos Confins do Mundo {a maratona continua, apesar de espaçada}, Arranha-Céus {e o meu coração não aguentava mais um minuto de filme} e o mais esperado de sempre, The Lion King {vão ver, a sério!}.

 

A Banana Dele foi o livro terminado antes das férias. Se não julgam um livro pela capa, também não o julguem pelo título. A seu tempo falarei ele.

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E agosto, que planos?

beijinhos **