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a thousand books

Qua | 17.07.19

Ginos, e o amor no prato

Sobre o Ginos, a única palavra que me ocorre é amor. Amor nos pratos que foram pedidos. E amor incondicional pela melhor pessoa que podia ter do meu lado. Todos os dias, sem qualquer questionamento. A minha mãe. O meu porto seguro.

 

A verdade é que a escolha por um bom restaurante no Parque das Nações começa a ser mais variada. E ainda bem. Desta vez, fomos até à Alameda dos Oceanos, 1.06.1.1 conhecer o Ginos. Não nos desiludiu. E queremos voltar mais vezes. Sem grandes dúvidas.

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Começámos com um delicioso Pane com Scamorza, duas fatias de pão crocante com manteiga de alho, queijo scamorza ralado e bacon frito. Como podem perceber, foi a dose perfeita para uma pessoa que tencionava devorar um prato de massa, logo a seguir. Estava delicioso, com uma conjugação perfeita.

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Os Raviolis Integrali Pesto e Pomodorini estavam quase perfeitos, não fosse o excesso de azeite. Uns raviolis com farinha de espelta integral recheados com queijo ricotta e nozes, com molho de pesto, tomate-cereja, queijo parmesão e manjericão. Estavam no ponto, super saborosos.

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O Penne All’arrabbiata di Pepperoni estava perfeito, com uma combinação perfeita de molho de tomate, alho, tomate-cereja, pepperoni, salsa e queijo parmesão. Foi o prato mais quente que comi até hoje. E que me soube tão bem.

 

Resumindo e baralhando, ainda há um vasto menu para descobrir. E uma vontade enorme de experimentar as pizzas do Ginos. Mas isso não será uma novidade.

beijinhos **

Dom | 07.07.19

Bye, junho!

É verdade, junho já lá vai. As festas populares e as saídas noturnas marcaram a chegada oficial daquela que é a melhor estação do ano, o verão. A Feira do Livro já tem sido um bocadinho mais do mesmo, mas é uma tradição. Assim como continuar a comprar livros para ocupar o espaço na estante que já não existe.

 

E, sem sabermos se vestimos uma camisola de inverno ou uma blusa de verão, se levamos o chapéu de chuva ou os óculos de sol, fomos até às Caldas da Rainha, passando por São Martinho do Porto.

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Acabámos o mês na Praia da Ursa. E não podíamos ter escolhido melhor sítio. É o melhor porto de abrigo para parar, respirar e agradecer. É o melhor porto de abrigo para repor as energias e perceber que estamos no caminho certo.

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Experiências Gastronómicas e Culinárias

A pizzaria Luzzo é sempre uma das melhores opções que temos por terras lisboetas. E como ainda há um vasto leque de pizzas para experimentar, não nos importamos nada de regressar muitas vezes.

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Assim como também já conhecem o meu desejo súbito por gelados Santini. Este mês foi em dose dupla; primeiro com um crepe, só porque sim e depois apenas duas bolas de coco e maracujá, só porque são os meus sabores favoritos.

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E, como a malta aqui em casa andava a suplicar uma sobremesa, aventurei-me com muitos pudins de coco com cobertura de maracujá. Deveras deliciosos.

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Séries, Filmes e Livros

Sobre as séries, o final de mais uma temporada de Chicago Fire e The Society ocuparam as pausas dos últimos retoques do trabalho final do mestrado. Sobre os filmes, só houve tempo para o Pirata das Caraíbas – A Maldição do Pérola Negra e O Cofre do Homem Morto – foi o início da maratona, que ainda não terminou.

 

Sobre os livros de junho, o V.O.X já não ocupa a minha mesa de cabeceira. Na Feira do Livro encontrei um livro com um título um tanto ou quanto sugestivo, que teve que vir comigo. Não julgo um livro pela capa e, por isso, A Banana Dele está em cima da mesa de cabeceira.

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beijinhos **