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a thousand books

Ter | 30.04.19

Bye, abril!

Um dos melhores meses do ano está prestes a terminar. A partir de agora começam os dias bons. E os bons dias. Começam as primeiras aparições nos paredões. E não falta assim tanto para o pé descalço na areia. Abril vai dar lugar a maio, e pelo meio as surpresas foram muitas e os reencontros encheram-me o coração. Que seja assim, para sempre.

 

Experiências gastronómicas e culinárias

Há muito que já não pego num livro de receitas. Até lá, vamos conhecendo alguns dos melhores sítios que por Lisboa se encontram. E sim, estou a falar da Sala de Corte – que recebeu as minhas 23 primaveras da melhor maneira. Almoçar com amigos é das melhores coisas da vida e se a Madpizza marcou pontos, a Capricciosa continua a ter um lugar especial no meu coração {e na minha barriga também, olha agora!}. Um Santini de maracujá e doce de ovo com pinhão abriu, oficialmente, a época dos dias quentes e cheios de vida.

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Filmes, Séries e Livros

Há filmes que não precisam de pipocas. Nem doces, nem salgadas, e muito menos uma mistura. Há filmes que valem por si só. Há filmes que não precisam de grandes cenários. Um bom argumento chega.Green Book. Bird Box {original Netflix}. Há filmes que são bons, em todo o seu conjunto, mas não acrescentam nada de extraordinário àquela que é a nossa expectativa cinematográfica. A Hora Mais Negra. Guerreiros do Amanhã. E depois há aqueles romances, cheios de clichés, que juramos nunca querer ver. Mas há dias e dias – O Par Perfeito {original Netflix}. E ainda há o Dumbo. Se ainda não viram, fazem mal.

 

No meio de tudo isto, ainda terminei a 4.ª temporada {e última, pelo menos até agora}  Black Mirror. E comecei Narcos. A primeira temporada já marchou. Venham as outras duas, com violência q.b., por favor. Quanto a livros, regressei a Hogwarts e o Harry Potter e o Cálice de Fogo já não ocupa a minha mesa de cabeceira.

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23 primaveras à espera de todas as estações

23 primaveras celebradas. A verdade é que ter 23 anos é igual a ter 22. E será idêntico quando tiver 24. O sorriso será sempre o mesmo, até ser velhinha. Os sonhos vão permanecer e a determinação para os realizar vai aumentando, a cada dia. A gratidão por todos os que permanecem não é passível de ser medida. É como a vontade de conhecer o mundo, infindável.

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E planos para maio, já têm?

beijinhos **

Sab | 27.04.19

5 coisas que não gosto em mim.

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Ainda não falei sobre as coisas que não gosto assim tanto em mim. Não sei se defeitos será a palavra mais correta. Talvez características de personalidade. Ou traços defeituosos que todos temos. Alguns incomodam-me mais do que outros. Uns são mais visíveis do que outros. E depois há aqueles que mexem com o meu psicológico. É uma batalha diária para os tentar melhorar. Uns são mais fáceis de dominar do que outros. É normal.

 

As diversas superstições que me acompanham desde que sou gente | É verdade. Não gosto delas, mas é mais forte do que eu. E se por acaso começo a pensar muito nelas, o psicológico é que sofre. Os gatos pretos já não me incomodam. Pelo contrário, são sinal de bom presságio. Porque eu quero que assim seja. O número 13 continua a complicar o meu sistema nervoso. E passar por debaixo de escadas ou placas informativas, não vai acontecer. Vou pela estrada, sempre. Há mais, mas nem quero falar delas.

 

Quando estou magoada não tenho filtro | Não sei lidar com a desilusão da maneira mais acertada. Não consigo deixar as pessoas irem embora, sem que saibam o porquê de me terem magoado. E o problema é que não o faço da maneira mais correto. Ataco as pessoas porque me magoaram. Isto não acontece muitas vezes, do mal o menos.

 

“Tipo” é a palavra que mais vezes digo quando estou nervosa | E vocês não têm noção do quão irritante isto se torna. Mais do que para a pessoa que está ao meu lado, mas especialmente para mim. Que tenho noção, mas não consigo evitar.

 

O medo de arriscar. No que toca a emoções | E depois quero saltar de um avião. E nadar com os tubarões. E andar no meio da selva com os leões à solta. Algo contraditório, eu sei. Mas é mais forte do que eu. Uma barreira quase inquebrável, sabem?

 

O inglês muito pouco aprimorado | Nunca gostei muito do inglês. Não estabelecemos aquela relação amistosa e verdadeira quando era mais pequena. E também não é agora que vai acontecer. Faz muita falta, bem sei. Serve para indicações aos turistas que por Lisboa se perdem. Vai dando para as viagens que vou planeando e concretizando. E ainda dá para safar numa ou outra reunião esporádica.

beijinhos **

Sex | 19.04.19

Sala de Corte

Festejar faz bem à alma. Está comprovado cientificamente. Por mim, e eu não vos minto. E como só fazemos 23 anos uma vez na vida, levei as pessoas da minha vida a almoçar comigo. O anfitrião foi a Sala de Corte, na Praça D. Luís I, 7, no Cais do Sodré. Não estava bom. Estava muito bom. Já estamos em contagem decrescente para um regresso.

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Começámos com a cortesia do chefe. Um pão brioche recheado com chouriço de porco preto. Uma combinação perfeita. Seguiram-se os croquetes de novilho com mostarda Dijon, esta demasiado forte para mim, e eles uns croquetes normais. Outra surpresa se seguia com um folhado de queijo de cabra, pêra grelhada e nozes pecan caramelizadas. Aqui então, fiquei completamente rendida. A combinação estava soberba.

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Ainda estávamos só nas entradas e eu já estava a pensar quando é que ia lá voltar. Seguiu-se um Corte da Vazia e um Corte de Entrecôte. O sabor era autêntico e divinal. A textura era o mais macio que possam imaginar. Acompanhámos com batata frita e Brás de cogumelos e espargos verdes. Tivemos a certeza que não poderíamos ter feitos outra escolha.

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E se acham que já não havia espaço para uma sobremesa, estão enganados. Pedimos um Falso Crumble de Caramelo, Chocolate e Amendoim com gelado de baunilha. Não fiquei totalmente fã. Mas estava muito bom. Aliás, há toda uma carta para explorar.

beijinhos **

Seg | 15.04.19

Review | Harry Potter e o Cálice de Fogo

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Já sentia falta de viajar até Hogwarts, confesso. No compasso de espera para um regresso ao universo fantástico que a J. K. Rowling tão bem criou, fui vendo os primeiros filmes. Imprescindível para me recordar de pormenores importantes, mas não cruciais. Agora regresso ao choque da realidade, mas com o objetivo de terminar a saga ainda este ano.

 

A verdade é que estava mesmo a precisar de sair da rotina. E viajar por entre dragões, feiticeiros, campos de Quidditch e ainda ter a oportunidade de imaginar aquele que é o maior torneio de feiticeiros do mundo da magia, o Torneio dos Três Feiticeiros. Foi neste livro que me ri muito. Gargalhadas sonoras até. E que sustive a respiração muitas vezes. Lord Voldemort está de volta e mais forte do que antes. O resto são cenas dos próximos capítulos.

 

J. K. Rowling oferece-nos um imaginário visual tão vasto que não vos passa pela cabeça. E acho que essa é uma das coisas que mais me prende a este universo literário fantástico. É no meio dos Animagnus, das poções que nos obrigam a dizer a verdade e só a verdade ou até mesmo um alimento que nos permite respirar debaixo de água, não esquecendo o Pensatório e outras cenas que tais, que me perco. Mas o que eu queria mesmo, era andar de vassoura.

beijinhos **

Seg | 08.04.19

de 'A a Z'

Desafio 1+3

Agarrei no caderno de folhas em branco que tenho sempre ao meu lado. Escrevi as letras todas do abecedário. Escrevi a primeira palavra que me veio à memória. Algumas foram mais difíceis do que outras. E algumas não permaneceram como a primeira escolha. O resultado são alguns dos valores que fazem parte da minha personalidade. Ou os locais que gostaria de visitar. Também há comida, restaurantes e cenas aleatórias. Mas de “A a Z” faz tudo parte de mim.

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Amor | O sentimento mais puro e bonito que existe no mundo. Dizem que nos faz mover montanhas. E eu acredito. Acreditarei sempre.

 

Barcelona | Um dos locais que quero muito visitar. Não por ser muito turística, característica que me faz alguma confusão. Mas porque sempre quis ir a Barcelona.

 

Cantar | No duche. Quase todos os dias. Há de tudo e para todos os gostos. Até me torno fadista por breves instantes.

 

Dar | Sem esperar receber nada em troca. Este é um dos princípios que mais prezo nas pessoas. Porque mais do que gostar de receber, gostar de dar aos outros um bocadinho do nosso tempo, do nosso carinho, do nosso amor, da nossa atenção torna-nos melhores pessoas.

 

Experiências Gastronómicas | Com fartura. A lista vai aumentado, mas também já repeti muitos dos locais onde fui muito feliz a comer. Dizem que é das melhores coisas da vida. E eu confirmo.

 

Fotografias | Que permitem eternizar as memórias que foram criadas.

 

Gratidão | O valor mais importante.

 

Harry Potter e o Cálice de Fogo | O livro que ocupa a minha mesa de cabeceira. A ver se é este ano que termino a saga do rapaz com óculos redondos e uma cicatriz na testa.

 

Itália | um dos países que tenciono descobrir de uma ponta à outra. Ainda só fui ao encontro de Roma, que me deixou completamente in love, mas vou permitir-me apaixonar por todos os recantos.

 

Javali | Nunca comi carne de javali, mas também não lhe vou dizer que não.

 

Kiss | Um monte deles, se não for pedir muito. Quem não gosta de beijinhos, está a mentir. E quem não de miminhos, mente a dobrar. Mentir é feio.

 

Livros | e a falta de espaço para acumular os grandes calhamaços. E os pequenos livros que nos contam grandes histórias, sobre pessoas incomparáveis.

 

Mar | É só isto. E uma casa com vista para o mar é que era.

 

Nêsperas | De longe o meu fruto de eleição. Ainda estão um bocado ácidas, mas são boas na mesma.

 

Orgulho | Aquilo que nos faz perder muitas oportunidades. E aquilo que nos permite olhar para trás e pensar que não podia ter sido de outra forma. O orgulho em todos os objetivos que já alcançámos é das melhores coisas. O orgulho que nos faz recuar ou não perdoar é tramado.

 

Praia | O porto de abrigo. A sensação de liberdade. A felicidade em estado puro.

 

Queijo | Mas não é qualquer um. Todos os que sejam duvidosos ou muito fortes, eu dispenso. E que tal umas bruschettas com Brie e compota?

 

Recordações | Aquelas que nos aquecem o coração. E que muitas vezes nos deixam com as lágrimas nos olhos. As recordações são boas. Mantém os momentos vivos na nossa memória.

 

Sol | Todos os dias não é pedir muito, pois não?

 

Teimosia | Um dos maiores defeitos que tenho. Aquele que me dá mais trabalho para moderar, mas que não se torna uma missão impossível.

 

Uvas | Sem grainha, por favor.

 

Vontade | De aprender, de pôr em prática. Vontade de querer ir mais longe. Vontade de querer descobrir tudo aquilo que ainda é desconhecido. Vontade de ir e ser ainda mais feliz.

 

Weekend | O momento da semana pelo qual todos esperam. Uns mais desesperadamente do que outros.

 

Xilofone | E não, não me ocorreu mais nada.

 

You | A série da Netflix que me deixou perturbada. Assustada. E sem saber o que pensar.

 

ZeroZero | Um dos meus restaurantes italianos favoritos em Lisboa. Esperavam mesmo que eu não falasse em pizza? Ups.

beijinhos **

// Este desafio foi lançado pela Carolina. Não tem qualquer regra, podendo ser publicado às horas que quisermos, no dia que muito bem entendermos. Ela vai lançado vários temas, e nós só temos que refletir sobre eles. Vão lá espreitar, e se gostarem da ideia, falem com ela! //