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a thousand books

Dom | 31.03.19

Bye, março!

Março termina com a mudança de hora que provoca inúmeras discussões por este mundo fora. Demasiadas até, diria eu. Além disso, uma mononucleose, ou doença do beijinho se preferirem, apoderou-se de mim. O resultado é uma dor de garganta que já está a melhorar e a inquietude para sair de casa. Fora isso, acho que já vi mais filmes durante o mês de março, do que no ano de 2018. Exagero, eu sei!

 

Experiências Gastronómicas e culinárias

Março mereceu uma visita ao D’Bacalhau, que deveria ser um restaurante exclusivamente de bacalhau, mas que também serve pratos de carne. Nada contra, mas para comer Bacalhau à Brás e Bacalhau assado, como em casa. Divinais, só mesmo aqueles pastéis de bacalhau para entrada.

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A Pasta Non Basta é um dos meus restaurantes italianos favoritos em Lisboa. E, mesmo não podendo deslocar-me até a um dos seus espaços físicos, o UBER EATS levou até mim uma Rustica, com tomate, mozarela fiordilatte, cogumelos frescos, fiambre e orégãos, que estava para lá de deliciosa.

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Se pudesse comia um brunch todos os dias. E não, não estou a exagerar. Queremos percorrer os diferentes brunches que por Lisboa habitam, mas para março decidimos regressar à Leitaria Lisboa. É tudo delicioso, fresco e preparado com o máximo de cuidado possível, mas aqueles croissants folhados são os melhores.

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Março ainda me permitiu uma boa experiência gastronómica no Talho Central {do outro lado da margem, no Barreiro} para experimentar o Bife do Cortador acompanhado por batata doce frita e salada. Estava muito bom, mesmo. E eu já tenho desculpa para regressar ao outro lado da margem.

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Para terminar com a cereja no topo do bolo, e depois de um teste positivo para a mononucleose, regressei ao ZeroZero só mesmo para me mentalizar que tenho que ficar em casa. Esta é das minhas pizzas favoritas, presunto e cogumelos. Em equipa que ganha não se mexe. Só muito de vez em quando.

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Filmes, um verdadeiro fartote

Março permitiu-me assistir a muitos filmes. A lista vai aumentando, mas vou riscando alguns. Outros cruzam-se na minha vida e eu não lhes digo que não. Os bons filmes, aqueles que devem mesmo ver – Madame, Operação Fronteira {exclusivo Netflix}, O Pianista {entrou para a lista dos filmes obrigatórios!}, Miúdos e Graúdos 2 {também se fartam de rir se virem o primeiro!}, Tomb RaiderAssassino Americano e DeadPool 2 {é verdade que tem cenas desnecessariamente nojentas, mas a mensagem final é muito boa!}.

 

Também há aqueles que são bons, mas não perdem um filme extraordinário. São aqueles que sabem a pouco – Roda Gigante {fiquei perdida no meio do argumento}, I feel pretty, Sexo Sem Compromisso {cliché mais cliché não há, e isso cansa-me!}Não é tão romântico {exclusivo Netflix} e ainda American Animals – o Assalto {as expectativas demasiado altas raramente correspondem a boas escolhas}.

 

E os planos para abril, quais são?

beijinhos **

Sex | 22.03.19

5 coisas de que gosto na primavera.

O verão será sempre a minha estação preferida. A seguir é a primavera. Porque antes de ser a estação que nos faz andar sempre com os lenços na mão, é a estação mais bonita. As árvores enchem-se de cores vivas, as borboletas começam a dar o ar da sua graça. E os sunsets começam a fazer parte das nossas rotinas quotidianas. E, apesar das manhãs continuarem frescas e as noites, um tanto ou quanto, gélidas, hoje venho falar-vos sobre as cinco coisas que me fazem gostar muito da primavera.

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Os dias mais compridos e mais quentes. O sol nasce mais cedo. E põe-se mais tarde. E este seria o horário perfeito para o resto do ano. Parece até que os dias se tornam mais produtivos. Ou então é só a vontade imensa em aproveitar a luz natural e o calor que com ela vem.

 

Os passeios pelo paredão. Ou pelo jardim mais próximo. Não interessa muito se é no meio da areia ou no meio da relva. O importante é desfrutar de todos os minutos de sol. Esta cor de lula quando foge tem que começar a ser combatida.

 

A Feira do Livro. Claro está que este evento ao qual não falto ano nenhum, só poderia ser no final da primavera. Mesmo a dar as boas vindas ao verão que está quase a chegar. Escolher o próximo livro que ocupará a mesa de cabeceira já é difícil. Agora imaginem num evento onde existem promoções apetecíveis por todo o lado.

 

O sol. E as flores. E as borboletas. Já falei delas, mas falo outra vez porque me apetece. É das melhores coisas que a primavera nos proporciona. Exceto aquelas flores que não têm um aroma propriamente apetecível.

 

23 primaveras a caminho de serem celebradas. É a primavera que recebe sempre a celebração dos meus aniversários. Uns anos lá chove um bocadinho só para tentar irritar a minha pessoa. Outros até faz um calor bastante agradável. Rezem para que faça sol. E acima de 20º, já que estamos numa de pedir.

 

E vocês, quais são as coisas de que mais gostam na primavera?

beijinhos **

Ter | 12.03.19

5 coisas que me deixam feliz.

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Sorrisos de orelha a orelha são o aquecimento para encontrar a felicidade nas pequenas coisas. Há muita coisa, e muitas pessoas também, que me fazem feliz. Muito feliz até. Mas há coisas em particular que me deixam especialmente feliz. Com aquele brilho especial. E com aquele sorriso parvo que tão bem me caracteriza. Coisas que são o melhor conforto. E o porto de abrigo que me enchem o coração. E tal como já vos disse aqui algumas delas, hoje vou continuar a contar-vos sobre as coisas que me deixam feliz.

 

Uma pizza só para mim, por favor! Não que não goste de partilhar as minhas refeições {o que na verdade também não é uma grande mentira, sorry!}, mas no que toca a pizza, quero uma só para mim. Onde gosto de todos os ingredientes. Onde posso depositar toda a minha alegria. E todos os meus sentidos. É uma pizza só para mim, e eu não peço mais nada {nem sobremesa, porque já não há espaço!}.

 

O mar. Mesmo que revolto e com uma vontade enorme de levar tudo e todos à frente. Gosto dele de qualquer maneira. Porque me transmite a paz que procuro. E a serenidade de que preciso. É no mar que encontro aquela paz de que todos falam, mas que poucos conseguem encontrar.

 

Um abraço apertado. Aqueles que significam “não te vás embora”. E eu não tenciono ir, de maneira alguma. É bom encontrar a segurança nos braços de alguém. Mesmo que seja por breves instantes. Mas gosto mesmo de abraços bem apertados.

 

Um brunch. Com tudo aquilo a que tenho direito. É capaz de ser a minha refeição preferida. Muito além da sensação de conforto, é aquela que refeição que me traz as melhores memórias da infância. É aquela refeição que me faz sentir em casa.

 

As caixas de recordações. A que recorro menos vezes do que gostaria. Olhem, porque o coração é fraco. E há coisas que não voltam mais. As memórias que ali estão dentro são as melhores, garanto-vos. Desde as longas conversas sobre os primeiros amores que tínhamos nas aulas de revisões, aos porta-chaves que trocávamos como presentes de aniversário, passando pelas maravilhosas fotografias de turma que eram tiradas todos os anos, e até mesmo os bilhetes de cinema, porque passávamos lá a vida. Está lá tudo. E recordar é tão bom!

 

E vocês, têm assim alguma coisa que vos deixe com um sorriso de orelha a orelha?

beijinhos **

Sab | 09.03.19

Review | Um dia em dezembro

| Com 4 ⭐︎ |

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Um romance cheio de amores e desamores. Um romance com os clichés necessários. Um romance com um certo realismo. Era só isto que eu queria enquanto procurava um livro, numa qualquer livraria {mentira, foi na Fnac, havia que aproveitar a black friday!}.

 

Foi num dia em dezembro, através da janela do autocarro que a levava de regresso a casa, que Laurie trocou o olhar mais intenso da sua vida. Com aquele que viria a ser o melhor, e o pior, da sua vida. Tinha a certeza de que não se voltaria a cruzar com ele. O que não a impediu de, durante um ano, olhar para cada paragem de autocarro, com a esperança de que ainda o encontraria.

 

Como os romances já nos vêm habituando a tal cliché, Laurie encontrou o rapaz do autocarro, quando menos esperava. Aquilo com que ela não contava, era abrir-lhe a porta, na festa da sua melhor amiga, Sarah. E Jack, o namorado de Sarah, é o rapaz do autocarro. Que a reconhece de imediato, mas finge que nada aconteceu. Durante 10 anos.

 

10 anos de amizades, amores, oportunidades perdidas, caminhos opostos e desgostos. 10 anos a viver uma quase verdade. 10 anos a esconder sentimentos, para que ninguém se magoasse. 10 anos em que se perderam oportunidades de uma vida. 10 anos em que se pensou sempre “e se tivesse sido de outra forma”. Mas não foi. E 10 anos é muito tempo para desencontros amorosos. Ou talvez seja o tempo necessário para que se possa viver o amor das nossas vidas. 

 

A verdade é que já há muito que os romances literários não me deixam sem fôlego. E este também não o conseguiu. Talvez porque não acredito no amor à primeira vista. O que eu queria, era ler um romance com um final feliz. E foi o que aconteceu. Mas nesses, eu ainda acredito.

beijinhos **

Qui | 07.03.19

Pizzaria Luzzo 2.0

Já vos disse que encontrei, finalmente, a melhor pizzaria de Lisboa? Pois bem, estou a dizer-vos agora. Porque se no final de 2018, estas pizzas ainda não me tinham convencido o suficiente, foi o regresso a um espaço diferente que me deixou rendida.

 

Foi num daqueles dias quentes de fevereiro que regressei à Pizzaria Luzzo, mas desta vez no Parque das Nações {Alameda dos Oceanos, 88 D/E}. E, apesar de termos sido consumidas por uma vontade avassaladora de comer todas as pizzas da carta, lá nos decidimos por uma exclusiva deste espaço. É verdade, existe sempre uma pizza exclusiva para cada restaurante.

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A Basil fez-se acompanhar por presunto fatiado, amêndoas tostadas, folhas de manjericão e azeite de trufa. Estava deliciosamente perfeita. O azeite de trufa não é nada forte, como julgávamos ser. Claro que deu aquele toque final, essencial. E quem acha que frutos secos, como as amêndoas, não podem ser conjugados numa pizza, está redondamente enganado. Esta combinação de ingredientes era perfeita. Divinal, mesmo.

 

E agora? Agora já só penso no próximo regresso. E claro, na escolha que vou fazer.

beijinhos **

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