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a thousand books

Sex | 30.11.18

Bye, novembro!

Assim que chegam os dias frios, a contagem para aquela que é a melhor época do ano começa a ser decrescente. Daqui até ao final do ano é um pulo. Nem vamos dar pelo tempo passar, entre presentes de última hora, trabalhos finais, decorações natalícias, preparação do jantar de natal dos amigos, dos colegas de trabalho, dos vizinhos e ainda mais uns quantos que se vão juntando. A seguir ao natal, começam os preparativos, igualmente apressados para a passagem do ano. Já estou cansada, só de materializar tudo isto em palavras. Irra.

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Experiências Culinárias e Gastronómicas

Novembro foi um bom mês em questões gastronómicas. Começámos o mês no McDonald’s, para um almoço de reencontros. Ainda fomos conhecer o Basílio, o melhor primo do mundo; tem opções saudáveis e deliciosas {e, sendo eu demasiado gulosa, podem confiar em mim!}. O regresso ao ZeroZero é sempre muito emotivo, por ser um dos melhores italianos de Lisboa; tentamos sempre variar, para conseguir provar tudo aquilo que a cozinha italiana tem para nos oferecer. E a descoberta de um restaurante Pasta Non Basta mesmo perto do local onde trabalho é a cereja no topo do bolo, porque regressar a Roma através de uma Diavola é tão bom.

Séries, Livros e Filmes

Ainda não entrei no mood desesperado, mas o tempo já começa a escassear. Só acompanho duas séries, semanalmente; mas já consegui terminar a primeira temporada do Harrow. É boa, com episódios meticulosamente pensados para nos tirar o fôlego. Quanto aos filmes do mês de novembro, há para todos os gostos. Ferdinando– que nos mostra como é importante sonhar e seguir sempre os nossos melhores sonhos; O Fim da Inocência– que devia ser visto por todos os jovens adolescentes, e pelos seus progenitores; À Segunda Não Me Escapas– onde o cliché do romance surge aliado às armas, tiros e gangues; As Estrelas Não Morrem em Liverpool– com um argumento fraquinho, e que não me prendeu ao ecrã, por completo, e O Quebra-Nozes e os 4 Reinos– a mais recente produção Disney com efeitos visuais espetaculares, e um filme tão bom.

Quanto às leituras, os livros estão a ganhar mais pó do que aquele que eu gostaria. Os Loucos da Rua Mazur ficaram demasiado tempo na mesa de cabeceira, mas valeu cada página. Sarah é o livro que ocupa agora os meus fins-de-semana; já leram?

 

E, nos intervalos da chuva

E dos dias gélidos, Belém ofereceu-nos um passeio em família, com há muito já não tínhamos. A Estação Oriente, em dias de nevoeiro cerrado e de uns pingos bem grossos, permite-nos viajar até à magia de Hogwarts. E, nos intervalos dos dias chuvosos, o sol de outono traz-nos um conforto sem igual. Ah, e para os mais distraídos, o espírito natalício já invadiu a minha casa.

E vocês, contem tudo! Que planos para o último mês do ano?

beijinhos **

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Qua | 28.11.18

XMAS TIME

A época mais bonita do ano já começou. A árvore está montada, cheia de luz e decorações de madeira. As pinhas e as bolas também marcam presença. O presépio está montado, e os Reis Magos estão preparados para entregar as oferendas ao menino Jesus. E o primeiro milagre de natal já aconteceu; já nevou sobre o meu pinheiro, e deixou tudo branquinho.

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Os bonecos de neve estão espalhados pela sala. E as pinhas deram decorações demasiado giras. Os senhores com barba branquinha e com a barriga grande, que entram pela chaminé, e que esperam pelo leite quente e pelas bolachas com pepitas de chocolate também invadiram a minha casa. Cada um com características diferentes. Mas aquele que ocupará sempre um lugar especial no meu coração, é o Pai Natal mais antigo, aquele que via os filmes de natal na minha companhia, quando era mais pequena. Era ele que ouvia as minhas longas listas de desejos e de presentes. Sempre foi o fiel companheiro de uma infância recheada de boas memórias.

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Ainda não fui ver o Grinch, e a maratona de filmes de natal também não se tornou parte da minha rotina de fim de semana. Já as músicas de natal fazem parte da minha playlist, durante toda a semana. Porque assim que os dias frios começam, entro em contagem decrescente para aquela que é a melhor época do ano.

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beijinhos **

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Seg | 26.11.18

Silk Mousse Nivea

Foi num dos primeiros dias de novembro que a campainha tocou, à hora do jantar. Abri a porta, sempre com o olho na faca do pão {uma pessoa nunca sabe quem pode estar do lado de lá da porta, quer dizer!}, e o estafeta diz que tem uma encomenda para mim. Qual não é o meu espanto quando vejo que é uma Silk Mousse, da Nivea.

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Já tinha ouvido maravilhas acerca desta mousse de banho, mas ainda não a tinha experimentado. Claro está que foi testada na manhã seguinte; é verdade, eu pertenço ao grupo de pessoas que não consegue esperar muito para experimentar aquilo que é novo. Demasiado impaciente, I know!

 

Com quase um mês de uso, posso dizer-vos que esta mousse de banho é maravilhosa. É mesmo, podem confiar. Duas nozes de Silk Mousse chegam para o corpo todo. A pele fica tão suave e sedosa ao toque, que parece seda. O aroma é o mesmo da clássica latinha azul, e dá-se o match perfeito.

 

Por isso, estafetas deste mundo, podem continuar a interromper o meu jantar, para me trazerem presentes destes. O meu stock precisa de ser reposto.

beijinhos **

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Sex | 23.11.18

Quando não é o som das pipocas aquilo que mais incomoda.

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Gosto muito de ir ao cinema. Há filmes que merecem ser vistos na grande tela do cinema. Outros ficam-se pelo ecrã de um computador, apenas porque sai sempre mais barato {tudo dentro da legalidade, ou então, nem por isso}. Mesmo assim, os nossos comportamentos enquanto vemos um filme tem que se adaptar às circunstâncias, às pessoas que estão à nossa volta, e ao local onde nos encontramos.

 

Pacotes de pipocas enormes que começam a cair, e o filme ainda não começou é já característica incontornável de qualquer sala de cinema, de norte a sul do país. Pessoas barulhentas a contar as últimas novidades, parecendo que não se vêm já lá vai uma década, também não nos choca. Agora, uma coisa é a barulheira durante os anúncios publicitários, os traillers das próximas estreias, e outras coisas chatas que vão aparecendo pelo meio, outra é o barulho de fundo durante todo o filme. Não sabem fechar a matraca? Ou é algo que se impõe contra a vossa vontade e vos impedem de  estarem uns minutos em silêncio?

 

A questão é que se eu quisesse assistir a um filme comentado, mais depressa iria a um jogo de futebol. As crianças, e adolescentes são os piores. As crianças sempre em modo relato, a tentar adivinhar o que se vai passar a seguir, e com bexigas muito irrequietas; os adolescentes sempre com o modo hormonal ativo, a compararem os personagens ao seu quase infinito círculo de amigos, conhecidos e até inimigos; e quando existem um beijo, ou alguém aparece em trajes menores é o descalabro total.

 

Além disso, raras são as pessoas que ligam às advertências feitas pela NOS. Ninguém vai gravar integralmente todo o vídeo, tal como também ninguém vai deixar a sala como a encontrou, ou seja, limpa. Já sabemos que não vale a pena dizerem-nos para não fazer posts, porque os stories do Instagram tem que ser alimentados, e as idas ao cinema revelam-se um bom conteúdo. Agora respeitem aquela norma dos telemóveis. Coloquem-nos no silêncio, ou em modo voo. Ninguém quer ouvir a música que, clandestinamente, utilizam como toque principal. E já agora, se não for pedir muito, reduzam a luminosidade se querem mandar mensagens. Eu, que paguei bilhete porque quero mesmo assistir ao filme, não quero saber da vossa vida íntima {muito menos com pormenores cabeludos!}. Era só isto. Obrigada.

 

E vocês, ainda vão ao cinema? Ou já se renderam às maravilhas da ilegalidade que a internet tão prontamente nos oferece?

beijinhos **

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Qua | 21.11.18

Review | Os Loucos da Rua Mazur

| Com 3,5 ⭐︎ |

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Ainda não acabei o livro, e já estou a escrever sobre ele. Não que tenha sido uma má experiência literária, mas há livros que não precisam de ser terminados para já termos uma opinião formada a seu respeito. Especialmente, aqueles que nos mostram um outro lado daquela que foi a pior época da história da humanidade.

 

Os Loucos da Rua Mazur revelou-se um romance fora dos padrões do romance histórico, mas onde a História faz inevitavelmente parte da ação. É uma narrativa contada a dois tempos – o passado, no qual se conta a história de um livro, e o presente, no qual se apresenta o livro cuja história pertence ao passado, onde personagens e pessoas reais se misturam. Eryk, um escritor famoso, que não quer morrer sem escrever o livro de todas as redenções. Mas, para isso, precisa da memória de Yankel, o seu amigo de infância que sempre viu muito para além da sua cegueira.

 

Yankel e Eryk mergulham no passado perturbador, naquela que foi uma cidade de cristãos e judeus, de sãos e de loucos, um dia ocupada por tropas soviéticas e nazis. Os episódios de violência desumana, com motivações ideológico-políticas e étnico-religiosas demasiado evidentes, misturam-se com o triângulo perturbador da amizade, e com o conflito amoroso.

 

É em Paris, na Livraria Thibault, que Eryk revela a Yankel como gosta de brincar às escondidas com aquilo que escreve. E, é nos encontros e desencontros com o passado, que percebemos que o pior vem de quem menos se espera; quando se internam os loucos, e deixam à solta os sãos.

beijinhos **

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