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a thousand books

Qua | 31.10.18

Bye, outubro!

Outubro, o mês das castanhas, dos dias mais curtos e frios. O regresso às mantas e às canecas de chá bem quentes. Outubro chegou e trouxe o outono {parece que agora é a sério!}, e o furacão Leslie veio com eles. Ventos fortes, a chuva a bater nos vidros, e o aconchego daquele que é o meu lar. A vaga de frio também já se fez sentir, e foi com as vibes outonais que já se fizeram as primeiras compras de natal.

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Experiências gastronómicas e culinárias

Apesar de outubro não nos ter reservado muitas experiências gastronómicas, da minha cozinha já saíram as primeiras castanhas, que souberam a pouco; já a panna cotta com coulis de maracujá estava absolutamente divinal. Quanto a conhecer novos espaços, ou novos pratos, foi nos primeiros dias de outubro que fomos conhecer o Dom Costini, com uma relação qualidade-preço razoável {o que quer dizer que não voltamos a repetir a experiência, ups!}. Já a Cappriciosa surpreendeu com a renovação da carta, o que me deixou com vontade de voltar – apizza Diavola estava no ponto. E, nada melhor para terminar o mês do que um regresso àquele que é o melhor italiano de Lisboa – o Pasta Non Basta. A carbonara é das melhores que já comi, e o tiramisu estava perfeito.

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Teatro, Séries, Filmes

Outubro é sempre o mês com muitas estreias. Muitos filmes, e novas temporadas das minhas séries preferidas. Os filmes do mês foram bons, cheios de mistério e boas doses de drama – Um Crime no Expresso do Oriente, a par de muita ação e aventura, em consonância com uma pitada de romance – A montanha entre nós. As séries continuam as mesmas de sempre, dispensando apresentações, e com novas temporadas – Grey’s Anatomy, Chicago Fire e The Good Doctor.

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Outubro não foi um bom mês para as leituras. E, em contrapartida, foi o mês perfeito para regressar ao teatro. É no palco que se conjugam as melhores sátiras à realidade que nos acompanha todos os dias. A pior comédia do mundo fez-me rir até doer a barriga. Por isso, valeu cada minuto.

 

Bye, summer: Cabo da Roca

Outubro o mês da despedida definitiva do verão, e dos dias quentes. Por isso, nada melhor do que ir conhecer o Cabo da Roca para uma despedida perfeita. O ponto mais ocidental da Europa proporciona-nos uma vista única. E se não fiquei careca, já não fico.

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E planos para novembro, quem tem?

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Seg | 29.10.18

Socorro!

Uma tarde inteira de shopping é das melhores terapias para aliviar a tensão acumulada. Principalmente quando já não nos lembramos da última vez que aconteceu. Por isso, lista guardada mentalmente, fomos até ao Colombo. Aquilo que nos escapou foi a grande maioria das pessoas já ter recebido; e, provavelmente, estar demasiado frio e vento para passear. Os centros comerciais são sempre boas opções. E, com encontrão daqui, pisadela dali, e músicas demasiado altas em todas as lojas, lá sobrevivemos à loucura do último fim de semana de outubro.

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Ainda não vos falei da minha recente paixão por brincos. Sempre discretos, mas elegantes. As velas são sempre um básico essencial, em qualquer visita à Primark {assim como os discos de algodão, e o suporte em acrílico para os mesmos}; ainda comprámos um pijama do Mickey {um clássico que ainda não estava na minha posse, por razões desconhecidas}, e até os quadros metálicos que procurei durante meses. Conselho de amiga: aproveitem os casacos de treino, os pijamas, e as camisolas finas, as t-shirts e os tops.

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Se ainda é cedo para começar a comprar coisas alusivas ao Natal? Claramente. Mas também não deixa de ser verdade que é quase impossível conseguir resistir às decorações exclusivas de lojas de decoração; tudo ali à entrada, com muita luz, cor e brilho. Será que ainda tenho salvação, ou já estou condenada {e ainda agora começou a época natalícia}?

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Sex | 26.10.18

Uma introspeção necessária.

Quem nunca teve a necessidade de fazer uma introspeção, que levante a mão. Cá eu, gosto muito de o fazer, de quando em vez. E, por isso, hoje vamos refletir sobre aquilo que somos, e sobre aquilo em que nos tornámos. 20 perguntas intimistas que revelam um bocadinho mais da minha essência. Sem filtros.

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Como é o teu dia ideal?

Sofá, manta e séries. Vá malta, estamos no outono, e os dias já pedem estes momentos aconchegantes.

 

O que querias ser quando eras mais novo{a}?

Uma princesa. E pediatra. Ou médica. Também passei pela fase da professora, ou atriz. Ainda tive uma ligeira passagem pelas forças de segurança, e pelos médicos sem fronteiras. Até que cheguei ao mundo da comunicação. Uma relação inequívoca.

 

Quem é a tua inspiração? Porquê?

Os meus pais, por toda a força e garra que têm. Por toda a determinação em alcançar um bocadinho mais. Pela partilhas dos melhores momentos. Pelo amor incondicional que tem. E pelo esforço que fazem todos os dias, para me proporcionarem o melhor.

 

Quem gostarias de conhecer? O que lhe dirias?

Sinceramente, não sei. A verdade é que há um conjunto de pessoas com quem gostaria de trocar “cinco dedos de conversa”, mas quando surgir essa oportunidade, por mero acaso ou não, logo se vê o que lhes vou dizer.

 

Qual o hábito que gostarias de quebrar? Qual o hábito que gostarias de iniciar?

Não que seja um mau hábito, mas gostaria de conseguir comer menos chocolates {só e apenas porque as borbulhas não são minimamente atraentes!}. E gostaria de voltar ao ginásio. Porque fazer exercício é um hábito tão bom, e tão libertador.

 

Pensa numa pessoa que admiras. Quais as qualidades que admiras nessa pessoa?

Determinação. Foco. Paixão. E garra.

 

Como gostas de relaxar?

Chuva lá fora. Vela acesa. Um bom filme. Ou um bom livro. E uma caneca de chá quente. Ouvir o mar revolto, a bater nas rochas. Ou sentir a areia nos pés.

 

Quando foi a última vez que fizeste algo que tinhas medo?

Não é bem medo, mas não acho grande piada a elevadores. E não é certamente um medo que me atinge de tal forma, porque ando todos os dias de elevador; mais do que uma vez, até.

 

Do que estás mais orgulhoso{a}?

Cliché dos clichés, estou muito orgulhosa da pessoa em que me tornei. Orgulhosa de tudo aquilo que já conquistei, por força de toda a dedicação e empenho que coloco em tudo aquilo que faço.

 

Do que tens mais medo?

Perder as minhas pessoas.

 

Se a vida acabasse hoje, do que te arrependias de não ter feito?

Acho que não nos devemos arrepender daquilo que não fizemos. O timming não era o mais acertado e, por isso não aconteceu. Se não aconteceu, não tinha que acontecer.

 

Quais as qualidades que mais admiras nos outros?

Determinação. Foco. Empenho. Paixão. Garra. Simplicidade. E humildade.

 

Quais as habilidades que gostarias de ter?

Gostava muito de saber costurar. Com linha e agulha. Ou com uma máquina de costura. Tenho muitas ideias, e bem giras até. O jeito é que não é muito.

 

Imagina que regressavas aos anos 90. Que memórias gostarias de ter? 

Memórias dos meus avós paternos. A minha avó já não era viva, e o meu avô morreu meses depois de eu ter nascido. Mas gostava muito de ter construído algumas memórias com eles. Porque, apesar de não os ter conhecido, sempre que olho para a fotografia que está na sala, sinto-me protegida.

 

Qual o teu livro/filme/música preferida?

Livro: A Contadora de Histórias

Filme: A Bela e o Monstro

Música: Paraíso

 

Se pudesses mudar alguma coisa no mundo o que farias?

Mais um cliché. Acabava com a guerra. Com a fome. E com a pobreza.

 

O que desejarias fazer mais?

Saltar de um avião. Viajar pelo mundo fora. Ir à lua {e voltar no mesmo dia}. Ler tantos livros, quantos dias tem um ano. Comer nos melhores restaurantes. E festejar cada conquista.

 

Vamos saltar um ano. O que gostarias de ter alcançado nesse último ano?

Dissertação defendida. Férias de verão perfeitas. Primeiro emprego, check. E o amor bateu à porta.

 

Qual o conselho que darias ao teu eu de 5 anos; de 16 anos e de 21 anos?

5 anos. Brinca até te cansares. Vê todos os filmes da Disney. E come os doces que tu quiseres.

16 anos. Não te preocupes tanto com aquilo que os outros dizem. Não queiras amigos em quantidade, mas sim em qualidade.

21 anos. Continua assim. Está num bom caminho. Mas sê mais paciente. Quando tiver que acontecer, vai ser o melhor da tua vida.

 

Como queres ser lembrado{a} na vida?

Por aquilo que fui. Por aquilo que conquistei, sempre por mérito próprio. Pelo meu mau feito, e pela minha garra. Por todos os sonhos que preencheram os meus dias, e por todas as metas que alcancei.

 

Foi a Inês quem deu o mote para esta reflexão. Já eu, surripiei-lhe as perguntas. E vocês sintam-se livres para responder.

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Qua | 24.10.18

A pior comédia do mundo

Gosto muito de ir ao teatro. Mas gosto mesmo. É das melhores terapias para libertar a mente, e fortalecer os maxilares. Sorrisos fáceis e verdadeiros; gargalhadas longas e sonoras é tudo aquilo que se ouve na plateia. E é tudo aquilo que se precisa para se criar uma verdadeira empatia com aqueles que estão em cima do palco.

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Sala cheia. Telemóveis desligados. E está tudo pronto para dar início a mais uma peça. Mas, e se de repente a porta dos bastidores se abrisse e, o espectador fosse convidado a assistir ao que por lá se passa? A ideia passou pela cabeça de Michael Frayn, enquanto assistia a uma peça da sua própria autoria, através dos bastidores, e que não correu da forma idealizada. E, por isso, Michael Frayn achou que o público deveria assistir, não só à representação da peça, mas também aos ensaios e às cenas dos bastidores. É o “Teatro dentro do Teatro”.

 

Fomos ao teatro, e assistimos ao ensaio geral, à estreia e ainda ao drama que se vive dentro dos bastidores, desde a preparação do espetáculo até ao grande momento de mandar subir o pano. Os atores esquecem-se das falas, confundem entradas e saídas, trocam adereços, e até questionam o encenador. Com uma perícia incrível para o improviso desastroso, os atores tentam resolver o que não está a correr tão bem, alterando completamente o enredo da peça. O resultado final, A Pior Comédia do Mundo.

 

Em cena até 27 de janeiro, no Teatro da Trindade.

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Seg | 22.10.18

em casa.

Desafio 1+3

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É no colo da minha mãe, e nos braços do meu pai que me sinto em casa. É na sopa amarela {com uma infinita variedade de legumes} que encontro o aconchego dos dias mais frios. É na lasanha de frango e no bacalhau com natas, que a minha mãe tão bem faz, que me sinto em casa. E quando como uma fatia de pizza, também. É com as minhas pessoas, no meio de gargalhadas sonoras, e com as suas vitórias e conquistas que me sinto em casa, porque foram eles que conseguiram captar o melhor de mim É em cada recanto de Lisboa, nos lugares mágicos de Sintra, em Fátima, ou em qualquer praia de Armação de Pêra, que estou em casa.  

 

Sinto-me em casa quando leio um livro que me deixa sem fôlego. Ou quando oiço “A Vida Toda”. Quando entro no mar gelado e revolta da Costa de Caparica. Quando piso o extenso areal – seja ele qual for. No meu quarto, com as coisas que tão bem me caracterizam – a minha caixa de música que me permite recuar aos melhores momentos da minha infância. Sinto-me em casa quando está o chover lá fora. E quando vou até às caixas de recordações, e me ponho a ler as cartas e missivas que trocávamos nas aulas de português, filosofia ou história.

 

Também me sinto em casa quando olho para o espelho. E vejo as minhas sardas, um sinal de que o verão foi bem aproveitado. O nariz redondo que saiu igual ao do pai, tal como a teimosia e a determinação. Os olhos esverdeados que puxei da minha mãe, assim como a garra, a vontade de sonhar e fazer acontecer. É quando me olho ao espelho e vejo o reflexo daquilo em que me tornei, e que ainda ambiciono ser, que vejo a minha casa. Porque procuro abrigo nas pequenos coisas da vida, e nas melhores pessoas que entraram na minha vida, mas também quero ser a casa de alguém.

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// Este desafio foi lançado pela Carolina. Não tem qualquer regra, podendo ser publicado às horas que quisermos, no dia que muito bem entendermos. Ela vai lançado vários temas, e nós só temos que refletir sobre eles. Vão lá espreitar, e se gostarem da ideia, falem com ela! //

beijinhos **

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