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a thousand books

Qui | 30.08.18

Bye, agosto!

O verão ainda não terminou, por isso parem lá de dizer que estamos quase no Natal. É certo que a chegada de setembro aproxima os dias mais curtos e o regresso às rotinas chatas mas, nem por isso, vamos deixar de aproveitar sempre que os dias assim o permitam.

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Que os dias quentes de verão sejam celebrados, sempre!

Agosto brindou-nos com dias quentes e longos, para podermos festejar com fartura. A primeira celebração foi o aniversário do blog, que já conta com 2 anos de existência. Seguiu-se o aniversário do meu irmão, motivo mais do que suficiente para reunir a família toda; e, todos em uníssono cantámos os parabéns (temos todos lugar no Ídolos!).

 

Já o mês ia a meio quando rumámos até Viseu para o batizado do pequeno príncipe da família. É um doce, um menino lindo e cheio de bons sorrisos. E, porque estar parada não é a minha praia, no fim de semana seguinte fugimos para O Sol da Caparica. Foi lindo, mágico e perfeito. A Carolina Deslandes não só cantou como também encantou; e os Amor Electro arrasaram tudo e todos. E terminamos agosto com a última celebração, amanhã – o aniversário do pappi.

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Experiências Culinárias e Gastronómicas

Nem seria a mesma coisa se agosto não nos trouxesse pizza. Porque pizza é vida, e vocês já sabem a relação de amor que tenho com este prato italiano. Os dias quentes de agosto chamaram por gelados. Muitos gelados. O Santini não falhou, e que assim continue. Já os gelados italianos terminados em terras alfacinhas, os gelatos Grom, ficaram aquém. E, como os domingos são dias especiais o ano todo, não há nada melhor do que pequenos almoços tardios e caprichados. Os waffles chegaram à nossa cozinha e garanto-vos, vieram para ficar.

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Filmes, Séries e Livros

Agosto foi um bom mês para filmes, porque verão não é só praia. As gargalhadas também são precisas, mesmo sem pipocas a saltarem pelo ar – Pitch Perfect 3, Overdrive e O Guarda-Costas e o Assassino. Ainda houve tempo para ver o Harry Potter e a Câmara dos Segredos, agora que os livros ficaram em stand by. E se foi um bom mês para os bons filmes, as séries ficaram para segundo plano; agosto termina, e com ele termina também a terceira temporada do Black Mirror (que já terminou há muito, eu ando sempre atrasada!). Os livros têm acompanhado as minhas idas à praia e A Mulher que Sabia Tudo revelou-se uma boa surpresa, à semelhança daquele que ainda ocupa a minha mesa de cabeceira – A Contadora de Histórias.

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Água salgada, alma sarada

Verão sem praia, não é verão. E tenho dito. Seja apenas uma manhã, ou a oportunidade de passar um dia inteiro na praia, a sensação de liberdade é demasiado boa para ser trocada por qualquer outra coisa. E de cada vez que sinto a areia nos pés, o sol nas costas e o sal na pele, sinto-me grata. Todos os dias.

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beijinhos **

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Seg | 27.08.18

Coragem

Desafio 1+3

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 // no pinterest //

Um ato de coragem define um bocadinho mais daquilo que somos. Ter coragem está, regra geral, associado à capacidade que temos para deixar certas pessoas saírem da nossa vida. Para dizer não, quando já não dá mais para dizer que sim. Para colocar um ponto final quando a história já tem demasiados pontos e vírgulas.  

 

Mas ter coragem também é sair da nossa zona de conforto; ter coragem é arriscar fazer aquilo que jamais pensámos que conseguiríamos fazer. É preciso coragem para abraçar um novo desafio, porque trabalhar com crianças nunca esteve nos meus planos. Nem de longe, nem de perto. E hoje, sei que não poderia ter arriscado melhor.

 

A verdade é que no meio de toda a coragem que surge sem sabermos bem de onde, o sorriso das crianças é o melhor do mundo. Saber que pude contribuir para 10 dias, daquelas que poderão ter sido as suas únicas férias de verão a sério, é das melhores coisas que alguma vez poderei ter feito. A energia com que iam todas as manhãs; os muitos mergulhos que deram nas águas frias de Cascais, com um frio de fazer bater o dente; a alegria contagiante quando entraram no Jardim Zoológico; os infinitos saltos que deram nos trampolins do Bounce; ou as dezenas de mergulhos que deram nas piscinas de Santarém valeram por todas as vezes que cheguei a casa exausta.

 

E nunca me soube tão bem acordar às 6h30 para receber os ‘bons dias’ daqueles que foram os meus meninos.

 

// Este desafio foi lançado pela Carolina. Não tem qualquer regra, podendo ser publicado às horas que quisermos, no dia que muito bem entendermos. Ela vai lançado vários temas, e nós só temos que refletir sobre eles. Vão lá espreitar, e se gostarem da ideia, falem com ela! //

beijinhos **

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Seg | 20.08.18

O Sol da Caparica, 2.0

Há quem diga que devemos voltar aos locais onde já fomos muito felizes. E na verdade, não podiam estar mais certos. Não importa o onde, porque no fim só podemos estar gratos por podermos recordar o quão felizes já fomos naquele sítio; sem nunca nos esquecermos que recordar também é viver. E quando temos a sorte de poder partilhar estes momentos com as nossas pessoas, o sentimento de gratidão e felicidade é ainda maior.

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O Sol da Caparica já conta com 4 edições, sempre com todos os dias esgotados (se não estou em erro!). E, se o ano passado fui aos 3 dias de festival, acampei e conheci todo o conceito do festival, tendo a sorte de ouvir alguns dos artistas que fazem parte da minha playlist; este ano, com apenas um dia de festival, comprovei que o mau é mesmo começar. A minha presença em festivais de verão começa a ser assídua. E que bem que me sinto quando posso partilhar esta experiência com os meus.

 

Poucos são os artistas que sentem a música que fazem. E são ainda menos aqueles que transmitem aquilo que sentem ao público que têm diante dos seus olhos. A Carolina Deslandes fê-lo na perfeição. Foi incrível a forma como ela nos abriu as portas da sua Casa, e nos mostrou que o amor para a vida toda ainda existe. Basta apenas que lutemos por ele. E que acreditemos nele. A forma como a Carolina constrói os seus aviões de papel demonstram a força que tem para sonhar, acreditar e fazer acontecer. A Carolina deu-nos um bocadinho de si, naquele que foi o melhor concerto a que já assisti.

 

15 minutos depois os Amor Electro mostraram-me que as expectativas devem sempre ser superadas. A Marisa Liz transmitiu toda a sua força e garra durante mais de 45 minutos de concerto. E porque juntos somos mais fortes, a Marisa conseguiu a proeza de unir o público num só.  A miúda do café, que cantou muitos anos em bares, mostrou que as nossas fraquezas podem ser as nossas certezas, e que são elas que não permitem que a máquina pare. Além de tudo isso, é sempre bom partilharmos os bons momentos com o nosso amor maior, mesmo ao pé de um mar salgado que nos faz sorrir, todos os dias.

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Qua | 15.08.18

Waffles

Verão é sinónimo de almoços leves. As saladas coloridas, os crepes salgados e as saladas de frutas frescas são sempre boas opções. E, para conseguirmos ter almoços de verão ainda mais variados, acrescentámos recentemente os waffles. A inspiração vem dos waffles deliciosamente deliciosos que vamos comendo por aí, sempre com gelado ou chocolate. Recriámos com framboesas e mirtilos, chocolate derretido e manteiga de amendoim.

~ waffles ~

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Ingredientes

* 175 g de farinha

* sal fino q.b.

* 2 colheres de chá

* 2 ovos

* 2,5 dl de leite

* 85 g de manteiga derretida

* spray ou gordura vegetal para untar

 

Numa tigela, mistura a farinha com uma pitada de sal e o açúcar. À parte, junta as gemas de ovo com o leite, mexendo com uma vara de arames. A seguir, adiciona a mistura inicial assim como a manteiga derretida. Por fim, envolve delicadamente as claras de ovo batidas em castelo.

 

Aquece bem a máquina de waffles e unta com spray ou gordura vegetal. Verte um pouco de massa, fecha a máquina e deixa cozinhar. Repete a opção até terminar a massa. Serve  os waffles polvilhados  com açúcar em pó, fruta fresca, chocolate quente, bolas de gelado ou doce a gosto.

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Seg | 13.08.18

Review | A Mulher que Sabia Tudo

| Com 4 ⭐︎ |

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Por incrível que possa parecer, tenho mais tempo para ler durante o período de aulas, frequências e trabalhos do que nas férias. Há sempre qualquer coisa para fazer, um dia de sol para aproveitar e, por muito que goste de ler na praia, o barulho é uma coisa que incomoda o meu momento de concentração e relaxamento.

 

Por isso, hoje falo-vos de um livro que já estava a ganhar pó, tal não era o tempo excessivo em cima da mesa de cabeceira. Um romance policial de Santos Costa, cuja leitura é agradável e viciante. O escritor quererá sempre agarrar os leitores à sua obra prima; se os argumentos são bons ou não, isso já será outra história.

 

Um romance policial que acolhe a Grande Lisboa como palco principal para o desenrolar de toda a trama. Um romance policial que está envolto no homicídio de um importante industrial do calçado, com poucos suspeitos e muitas razões para o assassinato. E, ao contrário do que seria de esperar, não é a polícia que nos vai dando as peças do puzzle. Um funcionário fiscal com um faro apurado para se meter em sarilhos. Ou serão os sarilhos que se cruzam com uma inevitabilidade incrível no seu caminho?

 

Um romance policial caracterizado pela luxúria, pelo êxtase e pela desconfiança. O prazer carnal e a ganância estão acima de qualquer outra coisa. O dinheiro é o mais importante. E quem sabe demais, é calado à força.

beijinhos **

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