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a thousand books

Qui | 31.05.18

Bye, maio!

Maio chegou rápido, e não terminou tão rápido quanto eu gostaria. É dos piores meses do ano. As obrigações são excessivas para o pouco tempo que tenho. E o tempo de qualidade é ainda mais escasso. Ainda assim, tentei aproveitar todos os intervalos de tempo, da melhor forma possível.

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Maio é o mês das cerejas, e eu já comi uma cheia delas. Bem boas. As experiências culinárias foram poucas, mas todas a repetir. E num futuro muito próximo. Da minha cozinha saiu uma Panna Cotta – que vocês certamente já experimentaram –, um Pudim de leite condensado – que certamente já fez as delícias de todas as vossas cobaias – e uma Carbonara – porque já estava com saudades.

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Maio foi o mês dos primeiros gelados do ano. Experimentei o novo Magnum, e mais valia ter estado quieta. Já o Santini, de coco e limão, não desilude nunca. Foi também mês de repetir, uma vez mais, os melhores croissantsde Lisboa – na La Boulangerie. Um derby pede pizza, e escolhemos a Pizza Hut, que nunca nos desiludiu. E ainda tivemos oportunidade de ir ao maior evento de brunch do país – o Misk Brunch Weekend. Optámos pelo Dois, Três, Três, e não podíamos ter feito melhor escolha. Tudo na quantidade certa. Tudo muito bom.

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Maio é o mês de Nossa Senhora de Fátima. E nada é tão nosso quanto a nossa fé. Prometi. Cumpri. Repus a paz de espírito. E saí de lá com uma dose de energia, capaz de enfrentar o mundo inteiro, de uma só vez. Ir a Fátima representa é uma lufada de ar fresco. E um sentimento que não se explica. 

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Maio termina com a conclusão de um livro– O Silêncio. E com o começo de outro – O Fabricante de Bonecas de Cracóvia. Ainda houve tempo para ver dois filmes – Academia de Vampiros (shame on me!), e Ladrões com Muito Estilo. No campo das séries, a Casa de Papel foi devorada. E aguardamos pela próxima temporada de Chicago Fire.

 

Junho, o mês do verão. Já têm planos?

beijinhos **

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Qua | 30.05.18

A carbonara

Amor maior é só um. Mentira, eu tenho vários. Por isso, hoje falo-vos do meu eterno amor por boa comida. Especialmente por comida italiana. Mas isso, vocês já sabiam. Julgo eu. Aquilo que vocês ainda não sabem, é a naturalidade com que a minha mãe recria as massas italianas que outrora já comemos por esses restaurantes fora.

 

Na verdade, não tenho possibilidades económicas para ir a um restaurante italiano sempre que me apetece. Ou todas as semanas. Para minha grande infelicidade, digo-vos já. E, como não sobrevivo sem um prato de massa, pelo menos, uma vez por semana, a minha mãe recria aqueles que mais gostamos. A carbonara é a aquele que mais gostamos e, por isso, hoje conto-vos qual a receita da verdadeira carbonara. Sem natas.  

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A carbonara,

Numa frigideira larga e anti-aderente, fritam-se, sem qualquer tipo de gordura, com o lume no mínimo, os cubinhos de entremeada, previamente temperada com sal. Devem fritar até largarem toda a gordura, e ficarem douradinhos. Em papel absorvente, escorre todos os pedacinhos de entremeada e, rejeita toda a gordura que fica na frigideira.

 

À parte, numa panela com água e sal, coze o Taglioni ou Spaguetti. Depois de cozida al dente, escorre a massa. Reserva 2 ou 3 colheres de água. Coloca a massa escorrida na frigideira (com o lume apagado!). À parte, bate gemas de ovos (2 gemas por pessoa) com queijo parmesão ralado, a gosto. Envolve tudo na massa (é o calor residual da massa que vai cozer as gemas). Se estiver muito espesso, junta um pouco da água que reservaste.

 

Acrescenta os cubinhos da entremeada. Retifica os temperos, acrescenta a pimenta e a salsa picada. Et voilá, a verdadeira carbonara está pronta a ser servida! E eu estou quase pronta para abrir um restaurante.

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 beijinhos **

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Qua | 23.05.18

Review | O Silêncio

| Com 4 ⭐︎ |

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Começo com uma dúvida existencial. Quando, depois de lançadas as cartas, se advinha o final, continua a ser um bom livro? Acho que sim. E nem por ter adivinhado o desfecho, deixei de achar que estava construído um crime, sob um argumento bem pensado. E Fiona Barton conseguiu prender a minha atenção, do início ao fim, sem nunca me sentir perdida no meio do enredo.

 

Um bebé sepultado numa antiga casa de classe média em Londres é o início de qualquer coisa, e o fim de tudo. Porque um crime será sempre o início de uma história, e o fim da mesma.  É a história de uma mulher que vive com a esperança de encontrar o seu bebé recém-nascido, raptado da maternidade do hospital local. É a história de alguém que enterrou um bebé recém-nascido. É a mesma história, apenas com segredos diferentes. E é o constante flashback das personagens que nos permite desvendar as ligações que existem entre elas, mesmo sem se aperceberem.

 

E um jornalista não se limita a escrever notícias. O faro apurado de um jornalista raramente está errado e, Kate Waters vai ser essencial no desvendar de todo este mistério. É a sua curiosidade e o desejo de quer mostrar que a forma tradicional de se fazer jornalismo ainda tem muito para dar, que a levam até ao local do crime. Mas é também Kate que nos mostra que um jornalista é igualmente um ser dotado de sentimentos, e que por muito que a ética e a deontologia lhes diga que não se podem envolver com as personagens das histórias que contam, é muito improvável que tal não aconteça. Na verdade, quando é que podemos revelar informações confidenciais, que abrem as portas da esperança?

beijinhos **

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Seg | 21.05.18

A minha experiência com os livros da biblioteca.

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Gosto muito de ler. Gosto de me perder nas histórias que nos são contadas. E analisar a personalidade dos personagens é uma coisa que me faz perder minutos num simples diálogo. Já tenho muitos livros em lista de espera, na minha estante. Foram todos adquiridos nas várias promoções, que já aconteceram. Porque os livros são caros. Muito até. Nem toda a gente têm a possibilidade de dar 15€ por um livro, todos os meses.

 

As bibliotecas são uma boa alternativa. Quer dizer, depende do quão picuinhas vocês são. A verdade é que nem toda a gente sabe lidar com os livros. Nem toda a gente cuida dos livros, como nós próprios. Os livros são uma extensão daquilo que somos, e a forma como os tratamos reflete o nosso amor por eles. E isso é coisa que pouca existe numa biblioteca, onde os livros chegam, são referenciados e classificados. Largados numa prateleira, à espera que alguém precise deles.

 

Vários foram os livros que já requisitei nas bibliotecas. E, mesmo não sendo meus, cuido deles como se fossem. Fico triste, sim triste, quando folheio, página a página, os livros da biblioteca, e os encontro dobrados, riscados, pintados, com manchas de sabe-se lá o quê, e até vestígios de migalhas. Há que ter respeito por aquilo que outros querem ainda utilizar. E não, todas estas marcas não fazem parte da história dos livros. Pelo contrário, reflete apenas a falta de cuidado de algumas pessoas.

beijinhos **

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Qua | 16.05.18

Dois, Três, Três

A moda do brunch já pegou. E foi durante o fim de semana passado, que decorreu o melhor e maior evento de brunch, o Misk Brunch Weekend by Compal Summo. 80 restaurantes espalhados por todo o país, e ilhas incluídas. E um brunch por pessoa, a 10€. Escusado será dizer que a escolha não foi fácil, tamanha era a oferta. Ainda assim, lá nos decidimos. E a escolha não podia ter sido mais acertada.

 

Dois, Três, Três em Campo de Ourique. O espaço é muito giro (desculpem, mas quando as coisas são giras não há outra forma de dizer isto!), com uma decoração minimalista. Apostam nos pequenos detalhes, aqueles a que poucos dão a devida atenção. Vão lá, e depois digam-me de vossa justiça. Mas passemos ao que interessa, o brunch.

 

Tínhamos duas opções: o English Breakfast ou o Vegan Breakfast. Ambas optámos pelo primeiro, acompanhado pelo novo Compal Summo, de frutos vermelhos, feitos apenas com a fruta espremida, e por isso, muito mais saborosos e leves.

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O English Breakfast fazia-se acompanhar por 3 pães diferentes– curcuma, beterraba, trigo e chia –, acompanhados por manteiga, compota de amora e Lemon Curd. O pão era caseiro e tinha um sabor maravilhoso. Mas eu serei sempre uma amante de pão. A compota de amora estava boa e, para quem nunca provou Lemon Curd, digo-vos que é bom, mas nada de extraordinário. Porque é azedo, só isso.

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Um iogurte com coullis de frutos vermelhos e granola, que nos fez regressar, de imediato, ao conforto da nossa cozinha, de tão delicioso que estava. Era um iogurte completamente natural, sem qualquer açúcar adicionado e, por isso, podem imaginar as minhas caretas. Mas a saudade de comer estes iogurtes já era muita.

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E para terminar, um prato com salada, bacon, ovo, tomate assado e cogumelos, onde tudo se destacou pela frescura e pelo sabor divinal. A salada era variada e ainda tinha cubinhos de queijo de cabra, uma maravilha. Os ovos eram mexidos com pimenta e leite. E estavam soberbos. Os tomates assados estavam on point, segundo consta; confesso-vos que tomate só em saladas.

 

Dois, Três, Três, vamos lá outra vez? Certamente que sim!

beijinhos **

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