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a thousand books

Qui | 29.03.18

Bye, Março!

“Março, marçagão, manhã de inverno, tarde de verão!”, ou melhor dizendo, um mês inteiro de chuva, vento, frio e até trovoada, com 3 ou 4 dias de sol pelo meio. Março acaba como começou, e ainda tivemos a nobre visita do Félix, da Gisele e do Hugo. No entretanto, começou a primavera. E que bonita que ela é. Sem chuva, estes tons não seriam possíveis. Mas precisamos de tréguas.

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Março foi também um mês de regressos aos sítios onde já fui muito feliz. O ZeroZero foi o primeiro, para comemorar o aniversário da mãe. Seguiu-se o Italian Republic, no Colombo, onde me reuni com as minhas gordas, aquelas amizades de faculdade que ainda duram, e durarão. Ainda regressei ao Nicolau, porque é dos lugares em Lisboa com a melhor vibe. Desta vez com a mommy, porque ela merece estes miminhos. E ainda houve tempo para voltar à Kacaoland, porque os dias de sol merecem comemorações à grande.

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Já as experiências culinárias não foram assim tantas. Ficámo-nos por um arroz de lulas, que estava bom, mas que confirmou que não tenho paciência para pratos principais. A minha paixão são as sobremesas, ou não fosse eu demasiado gulosa. O quindim, como miminho para o pai, comprovou isso. Estava tão bom, que depois de comerem a última fatia, todos perguntaram onde estava o resto. Ainda houve tempo para uma recriação simples de um lanche maravilhoso: iogurte, banana e nozes.

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Março foi um mês que passou num ápice, e onde não parei para respirar. Foram dias intensos, com muitos trabalhos para começar a fazer. Os prazos de entrega ainda demoram, mas são todos muito próximos. Parece uma entrada num caminho sem fim. E o verão que não chega. Mesmo assim, ainda consegui terminar o Harry Potter e a Câmara dos Segredos e começar Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. Estou rendida, mas depois deste, vou fazer uma pausa e ver os 3 filmes correspondentes.

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E como correu o vosso mês de março?

beijinhos **

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Seg | 26.03.18

Review | Harry Potter e a Câmara dos Segredos

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Ora aí está, Harry Potter e a Câmara dos Segredos também me conquistou. J.K. Rowling é perita na arte de escrever fantasia. Porque consegue captar a atenção de miúdos e graúdos. A descrição que faz dos lugares é perfeita, conseguindo transportar-nos até lá, mesmo sem termos qualquer ideia de como serão. Os filmes farão a sua parte. E a lista de locais a visitar, aumentará. Quero conhecer grande parte dos locais onde J.K. Rowling se inspirou. 

 

Uma vez mais, a família Weasly não me desiludiu. Uma das famílias mais antigas de feiticeiros, com uma humildade de fazer inveja a qualquer um. A Ginny será uma querida, mas tem pouco destaque. O Percy irrita-me. Já o George e o Fred são a melhor dupla de sempre, que me fazem rir tanto. Já o Ron deixa-me dividida: ou me faz rir, ou me faz revirar os olhos. Sempre em picardia com a Hermione. Será inveja, ou amor?

 

Finalmente conheci o elfo doméstico, o Dobby. Sempre foi a minha personagem favorita, mesmo antes de ter qualquer contacto com esta saga. Porque é muito querido e fofinho. Principalmente as suas grandes orelhas. E deu-me cá uma satisfação quando se libertou daquele Mr. Malfoy.

 

Quanto a Gilderoy Lockhart foi um revirar de olhos constante durante todo o livro. Durante a sua primeira aparição percebi que não era flor que se cheirasse. Conseguiu enganar-me bem, porque achei que era ele que estava por detrás do mostro da Câmara dos Segredos. À semelhança de todo o mistério acerca do herdeiro de Slytherin, que me fez crer que seria o little Malfoy.

 

E o que me dizem a tomar um copo da poção Polisuco? Que vos parece a possibilidade de se transformarem numa outra pessoa? É preciso coragem. E as aranhas gigantes juntamente com cobras maiores do que elefantes? Tenho a leve sensação de que vou ver os filmes com a melhor luz do dia.

 

São as tuas escolhas que mostram quem de facto tu és, mais do que as tuas capacidades.

beijinhos **

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Qua | 21.03.18

Nicolau Lisboa, 2.0

As oportunidades para ir experimentar sítios giros e com boa comida não são as que eu desejaria. E quando há oportunidade, a opção de ir comer a uma sítio já conhecido e igualmente delicioso é posta em cima da mesa. Porque gosto de ir aos sítios que mais me conquistam. A boa comida conquista-me e, a forma como é servida é um bónus. E, por isso, voltar aos sítios onde já fui muito feliz é sinónimo de ter as expectativas muito altas.

 

O Nicolau Lisboa não desiludiu, e a sua namorada Amélia, em Campo de Ourique, já está na minha lista de experiências gastronómicas. O Nicolau é um génio que nos presenteia com as melhores combinações. Aquele sítio tem uma vibe extraordinária, e a música é perfeita. E se as tostas mistas foram as melhores que já comi, esperem até vos falar daquilo que pedimos para o lanche, na passada sexta feira.

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Comecemos pela bebida, um Cinnamon Latte, com leite de aveia. Muito bom, mas com açúcar. E mais um pacote não faria mal nenhum. Seguiu-se uma fatia de bolo de alfarroba com frutos vermelhos e creme de queijo, que sabia ao Algarve. E isto diz tudo. Ainda houve espaço para uma Nicolau Bowl com iogurte grego, fruta, granola e mel. A melhor combinação e a melhor descoberta que eu podia ter feito. Porque banana, granola, mel e iogurte é só a melhor cominação dos últimos tempos. E será recriada na minha cozinha, muito brevemente.

beijinhos **

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Seg | 19.03.18

Amor de pai e filha

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O meu pai é a pessoa mais complicada para se dar uma prenda. Por mais simbólicas que sejam. É sempre um problema quando lhe quero dar alguma coisa no seu aniversário e no natal. No dia do pai, tento dar sempre alguma coisa que represente o pai extraordinário que sempre foi. E, desta vez, optei por ser eu a fazer a sua própria prenda. Com todo o meu empenho, dedicação, e amor. Muito amor.

 

E cozinhar é uma forma de amar. Amar não só a comida que estamos a fazer. Mas, principalmente, amar as pessoas para quem estamos a cozinhar. Ele, tal como eu, tem uma paixão avassaladora por boa comida. E adora as sobremesas que eu faço. E eu fiz esta, porque tem coco, muito coco.

~ quindim ~ 

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Ingredientes

* 10 gemas

* 100g de coco ralado 

* 200 ml de leite de coco

* 300 g de açúcar

* 100 ml de água 

* manteiga e açúcar q.b.

 

Prá-aquece o forno a 110º. Unta uma forma (com um buraco no meio) com farinha e polvilha com açúcar. Leva o açúcar ao lume com a água. Deixa ferver durante 2 minutos. Separa as claras das gemas. Numa tigela, mistura o leite de coco com o coco ralado. Mistura devagar e não deve ficar muito misturado. Depois junta as gemas. 

 

Coloca a mistura na forma e, leva ao forno pré-aquecido. Coloca água no tabuleiro do forno, e em cima a forma com o quindim. Deixa cozinhar por 50 minutos, aproximadamente. Quando estiver pronto, deixa arrefecer um pouco, mas não muito; passa com uma faca nos lados da forma e vira para um prato. 

beijinhos **

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Sab | 17.03.18

os brinquedos da minha infância.

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Alguns brinquedos passaram do meu irmão para mim. Mas, as bonecas eram só minhas. Duas gavetas cheias de roupas, biberões, iogurtes (o Imaginarium é só a melhor loja para estas coisas!), fraldas, babetes. Até tive um carrinho, uma alcofa, uma cadeira de refeição e uma cadeira de transporte. Fui uma verdadeira mãe de duas bonecas lindas. Fui muito bem treinada, diria eu.

 

As barbies sempre foram as minhas preferidas. Como a auto-caravana e com a casa, montadas o verão inteiro, no chão da sala, eu queria lá saber de mais alguma coisa. Também tive um Ken. Era um mulherengo. Namorava com todas, e chegou a ser pai de gémeos. Havia uma barbie destemida, com um cavalo e tudo. E aquela Bratz, produtora de cinema, era loira, com o cabelo perfeito. Os sapatos e as roupas variavam entre todas. A amizade tem destas coisas. E nem queriam vocês saber os segredos cabeludos que elas partilhavam entre si.

 

Os Legos eram partilhados com o meu irmão. Ainda lhe perdi algumas peças, mas as principais estão todas preservadas. Eu não queria fazer grandes construções, apenas uma casa com direito a piscina e varandas nos quartos principais. Os bonecos eram sempre mafiosos e cowboys. Acho que não existia uma única rapariga naquele universo. Eram uns desgraçados, que se divertiam a construir cada vez mais divisões na sua casa extraordinária.

 

Os jogos de tabuleiro também tiveram a sua cota parte na minha infância. E como eu gostava de jogar Monopólio, ainda em Escudos. Ou aquele das palavras. Ou o "Quem é Quem", já com falta de personagens. E o "4 em linha". Ou o “Não Acordes o Papá”. E não era preciso mais para ser uma criança feliz.

beijinhos **

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