Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

a thousand books

Qua | 28.02.18

Bye, fevereiro!

Fevereiro, o mês mais curto do ano. Passou rápido, mas fez-se sentir. Uma vaga de frio polar que não se aguentou. O que não nos impediu de ir descobrir mais sobre o novo espaço do ZeroZero, no Parque das Nações. Já há muito que andávamos para lá ir, e as expectativas estavam muito altas. Nada desiludiu, e a próxima visita estará para breve.

fevereiro1.JPG

Fevereiro foi um mês de muitas experiências culinárias. Da minha cozinha saíram scones, para um pequeno almoço tardio e caprichado. Uns pães de alecrim, para um jantar sem preocupações. As Tigeladas da Beira, de fazer crescer água na boca. E até panquecas e uma carbonara. O mês terminou com uma Pavlova de Chocolate porque a mãe estava inspirada.

fevereiro.JPG

fevereiro3.JPG

fevereiro4.jpg

fevereiro6.jpg

Fevereiro foi um mês produtivo em termos de leitura. O livro Para a Minha Irmã da Jodi Picoult conquistou-me, desde o início. E, como um livro nunca vem só, comecei outros dois. Um, em parceira com a Chiado Editora, Hey Panda, Vamos Fugir?. O outro, contra todas as minhas crenças mais profundas, Harry Potter e a Pedra Filosofal. O primeiro ainda não está terminado. O segundo já foi, e estou pronta para mergulhar a fundo nesta saga. Nunca digas nunca.

fevereiro2.JPG

E se fevereiro foi um bom mês nos livros, foi ainda melhor nas séries. Enquanto espero uma semana por novos episódios das habituais, há que atualizar a lista. The Good Doctor é absolutamente contagiante. This is us foi aquela série que me deixou colada ao ecrã, sem querer saber de mais nada. E ainda só vi 2 episódios.

 

Fevereiro terminou com um passeio por Sintra. Com toda a sua história e mistério, é um dos meus lugares preferidos. Cada recanto tem o seu encanto, cheio de histórias por contar. Sintra é um lugar mágico, onde todos temos imaginação para ir mais longe.

sintra1.jpg

sintra2.jpg

sintra3.jpg

sintra4.jpg

sintra5.jpg

sintra6.jpg

sintra7.jpg

sintra8.jpg

sintra11.jpg

beijinhos **

Não se esqueçam que estamos no instagramfacebook e bloglovin'.

Seg | 26.02.18

Pavlova de Chocolate com Chantilly

Tudo aquilo que sei sobre culinária e, principalmente sobre pastelaria, é graças à minha mãe. Não há ninguém que cozinhe melhor do que ela. Podem tentar, mas não chegam aos seus calcanhares. Ela até vos pode dar a receita, mas não vos dá as mãos. E todo o empenho e carinho que coloca em cada prato. Por isso, e porque eu quero, hoje a sua mais recente receita veio parar aqui ao blog. Ela queria fazer de uma forma, acabou por sair de outra. Ainda se enganou a fazer as contas ao tempo. E sabem o que eu vos digo, é muitos anos a fazer o mesmo. Porque saiu perfeita. Melhor era impossível. E eu só não a comi toda, porque éramos 4 à volta da mesa. Snif.

~ pavlova de chocolate com chantilly ~

pavlova.jpg

pavlova2.jpg

Ingredientes

* 6 claras

* 300 g de açúcar

* 3 c. de sopa de cacau

* 1 c. de chá de vinagre branco

* 50 g de chocolate preto (74% de cacau)

 

Liga o forno a 150º. Bate as claras em castelo, até começar a ficar com picos. Começa a acrescentar o açúcar, aos poucos, colher a colher, até as claras começarem a ficar brilhantes e duras. Demora cerca de 15 a 20 minutos. Junta o cacau peneirado, o vinagre e o chocolate picado. Envolve com delicadeza.

 

Forra o tabuleiro do forno com uma folha de papel vegetal, onde previamente desenhaste um círculo (não te esqueças de virar a folha ao contrário!). Dentro do círculo, põe todo o merengue, alisa e faz uma covinha no meio. Leva ao forno e assim que fechares a porta do forno, põe o lume no mínimo dos mínimos. Nunca abras a porta do forno, e deixa cozer durante 1h30m. Deixa repousar no forno toda a noite, ou até ficar completamente frio. Quando retirares a pavlova do forno, é desejável que esteja toda estalada.

 

Para o chantilly,

Bate 1 pacote de natas (especiais para bater), bem frias, até começarem a engrossar. Acrescenta açúcar aos poucos, a teu gosto. Continua a bater até obteres a consistência do chantilly. Depois de pronto, coloca na covinha da pavlova e decora com morangos e cacau em pó.

pavlova3.jpg

pavlova5.jpg

beijinhos **

Não se esqueçam que estamos no instagramfacebook e bloglovin'.

Qua | 21.02.18

Tigeladas da Beira

para 10 tigelas

Eu também como sopa. E peixe cozido. E grelhados. E coisas que não são, de todo, visualmente apetecíveis, mas a pessoa tem que manter uma alimentação minimamente saudável, para o pouco exercício físico que faz. Mas há o dia do pecado. Haverá sempre, porque eu não sou pessoa de comer aveia todos os dias (nem dia nenhum, ups). E sempre que posso fazer um doce, não digo que não.

 

As Tigeladas da Beira são muito boas e muito simples de fazer. Aliás, todas as receitas que sejam fáceis e rápidas já me conquistaram. Não gosto de cozinhar os pratos principais porque têm muitas etapas. Primeiro temos que esperar que a água ferva, depois pomos o ingrediente x, e esperamos mais 10 minutos. E primeiro que a coisa esteja pronta, já colei o estômago às costas. Por isso, vão por mim, e façam estas tigeladas bem boas.

~ tigeladas da beira ~

tigeladas1.jpg

tigeladas2.jpg

tigeladas3.jpg

tigeladas4.jpg 

Ingredientes

* 50 g de farinha

* 200 g de açúcar

* 1 ovo

* 250 ml de leite

* 25 g de manteiga

* Raspa e sumo de meia laranja

 

Unta muito bem as forminhas com margarina e polvilha com farinha. Pré-aquece o forno a 200ºC. Mistura todos os ingredientes e bate bem. Não pode ficar com grumos. Enche as forminhas e leva ao forno, durante, mais ou menos, 30 minutos. Deixa arrefecer, e só depois podes desenformar.

 

Nota: A receita original tem o dobro das quantidades.

beijinhos **

Não se esqueçam que estamos no instagramfacebook e bloglovin'.

Sab | 17.02.18

Coisas que faço sempre.

As rotinas são coisas que, normalmente, fazemos sempre. E, por norma, repetidamente, todos os dias. Muitas delas, são coisas que fazemos automaticamente. Está incorporado, porque fomos socialmente familiarizados com elas. Outras também são feitas de forma automática, mas nem sempre nos damos conta disso. Foram essas que me puseram a pensar. E muito.

disney.jpg

Durmo sempre com o cabelo apanhado. Não tenho o cabelo propriamente curto, o que não me deixa dormir confortavelmente, se estiver solto.

 

Sonho sempre com o trajeto que vou fazer, quando sei que tenho que conduzir. O meu sentido de orientação sempre foi péssimo. Achei que fosse melhorar depois de tirar a carta, mas não aconteceu. E, apesar de saber o caminho, é inevitável não sonhar com ele.

 

Durmo sempre com a porta do quarto fechada. Já pelo contrário, não consigo estar na cozinha com a porta aberta. Há pancadas mesmo estranhas.

 

Cheiro sempre as folhas de um livro/revista acabado de comprar. E é das melhores coisas. Principalmente dos livros. É o meu aroma preferido. Mas não para perfume. Não exageremos.

 

Reclamo sempre que tenho que fazer a cama. Ou seja, todos os dias. É a tarefa doméstica que menos gosto de fazer. Detesto mesmo. Mas mesmo assim, não gosto de ver a cama desfeita. Malditas contradições.

 

Tomo sempre o pequeno almoço. Mesmo que acorde ao meio dia. E, nem que seja um iogurte e uma peça de fruta. É a refeição mais importante do dia. E é aquela que nos dá um boost de energia para o resto do dia.

 

Ando sempre de pijama em casa. Principalmente no inverno. Fico sempre com a sensação de que ainda não saí da cama. 

beijinhos **

Não se esqueçam que estamos no instagramfacebook e bloglovin'.

Qui | 15.02.18

Review | Para a Minha Irmã

| Com 3,5 ⭐︎ |

book_Jodi.JPG

Abordar temas controversos é complicado. Mas haverão sempre pessoas que se arriscam, e que o fazem com uma simplicidade e sensibilidade perfeitas. Jodi Picoult é uma dessas pessoas, capaz de transferir os acontecimentos mais inesperados e comoventes da vida real para os seus livros. É com os temas polémicos que nos agarra, e fá-lo de uma forma ímpar.

 

A combinação do material genético específico ainda está longe de fazer parte do nosso vocabulário corrente e das nossas preocupações diárias. Porque os assuntos polémicos tendem a tornar-se assuntos tabu. Segue-se a emancipação médica, a melhor solução encontrada por uma criança que ter controlo total sobre o seu corpo. A isto alia-se a rebeldia de um irmão que de tudo fez para salvar a irmã, mas que nunca foi compatível. Por outro lado, estão os pais que, ora de acordo, ora em desacordo, fazem o que acham mais correto para salvar a sua filha, esquecendo-se que ainda têm mais dois filhos. As relações familiares são assim, complexas.

 

E, se antes eu dizia que nunca iria conceber um filho com características genéticas para salvar outro filho, hoje não o faço, e muito menos penso nisso. Porque não sabemos o que nos espera. Não sabemos se seremos compatíveis, se for necessário um transplante de medula. Não sabemos se os nossos filhos serão saudáveis o suficiente. Não sabemos nada, na verdade. E os pais fazem aquilo que têm que fazer pelos filhos. Para os salvar. Se sacrificar um filho em prol do outro é o mais correto? Não sei. Se vale tudo para salvar a vida de um filho? Não sei. Cientificamente temos um leque de possibilidades. E eticamente, vale tudo? Não sei. Nunca saberei.

beijinhos **

Não se esqueçam que estamos no instagramfacebook e bloglovin'

Pág. 1/2