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a thousand books

Qua | 31.01.18

Bye, Janeiro!

Janeiro é um mês complicado. É um mês de (re)começos. Ou de continuidades. Depende da perspetiva. É um mês que demora a passar. Ou que passa rápido demais. Depende, uma vez mais, da perspetiva. É o mês dos novos objetivos, que deixamos quase sempre pela metade. E, para mim, é o mês que nunca mais acaba, mas que passa num ápice. Contraditório, eu sei.

 

Janeiro foi o mês do último esforço para conseguir entregar todos os trabalhos da faculdade, na data prevista. Muitos textos para ler e outros tantos para redigir, com muita informação a navegar na minha massa cinzenta. A meta foi superada, e foi tudo entregue a tempo e horas. A primeira etapa de stress terminou, venha a segunda. O café foi o meu melhor amigo. Todos os dias, a seguir ao almoço. E vai continuar a ser. Porque me impede de adormecer em cima das folhas todas rabiscadas, cheias de pequenas anotações.

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Janeiro foi igualmente um mês de preguiça all day, nos dias mais frios e menos solarengos. As séries, os filmes, e ainda o livro do momento ocuparam o meu tempo livre, permitindo-me usá-lo com qualidade. Já está tudo em dia. Até ao próximo dia 15 de fevereiro. Aí, tudo voltará a perder a sua ordem.

 

Janeiro foi o mês das experiências gastronómicas. A primeira, o Chiado Caffé foi um verdadeiro fiasco. Um completa desilusão. E a barriga bem desaconchegada. A segunda, bem mais deliciosa, magnífica e que nos marcou tanto, que falámos dela a tarde toda – o Frankie. Janeiro foi o mês das tardes bem passadas, na companhia das minhas pessoas. E das conversas bem ricas e parvas. Das fotografias para a posteridade e dos melhores momentos captados através de um click.

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Janeiro foi o mês de voltar a um sítio onde gosto realmente de ir, e não é só pelos seus magníficos pastéis de nata. Belém é um sítio onde vou poucas vezes, mas onde gosto de passar tardes inteiras. Há sempre qualquer coisa para descobrir. Há sempre mais qualquer coisa que ainda não vi. Um pormenor que só agora mereceu a minha atenção.

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Janeiro foi um bom começo de 2018. Fevereiro, espero que me tragas mais descobertas, novas experiências e, que me arranques tantos sorrisos como Janeiro o fez!

beijinhos **

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Ter | 30.01.18

Por mais amizades assim.

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// imagem retirada do Pinterest //

Genuínas e de gargalhada melodiosa. Que nos enchem o coração. Que estão presentes em todos os momentos da nossa vida. E que nos ajudam a escrever a nossa história, partilhando os sorrisos, aumentando as gargalhadas, e minimizando as lágrimas. Sim, os verdadeiros amigos são raros.

 

Raros são os amigos que chegam e que ficam. Em todos os momentos. Nos bons, mas também nos maus. Aliás, estes são mais importantes do que os outros. Porque é quando estamos prestes a bater no fundo, que percebemos quem é está lá para nos dar a mão. Para nos ajudar a levantar, e dizer “eu estou aqui, e vou estar sempre”. Porque são eles que não nos deixam desistir, e nem sequer pensam em desistir de nós.

 

Com amigos assim, vamos, muitas vezes, ouvir aquilo que não queremos. Vamos ouvir aquilo que já sabemos, mas aquilo em que não queremos acreditar. Eles têm os dois pés assentes no chão, mas estão sempre do nosso lado. E quando é para rir, ui. Fazem o dobro ou o triplo para rirmos ainda mais. Até doer a barriga. Até começarmos a rir de tudo e de nada. Só porque rir faz bem, e queima calorias, dizem.

 

Estes amigos são para a vida inteira. Uma vida repleta de partilhas.

beijinhos **

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Qua | 24.01.18

Frankie, uma paixão arrebatadora

O melhor de estar de férias é poder organizar o tempo consoante aquilo que quero fazer. E a disposição com que acordo para tal. Não sou pessoa de ficar um dia inteiro em casa a ver televisão. Não gosto e isso cansa-me. Prefiro trabalhar no blog e ler um livro. Ou ver uma série. Ou cozinhar. Ou ir caminhar. Ou qualquer coisa que me mantenha ocupada, sem ser um ecrã televisivo. E depois surgem aqueles dias perfeitos, em que temos planos para ir passear e testar novas coisas. Porque eu posso. Porque eu mereço. Porque eu gosto de ir passear. E porque gosto ainda mais de ir comer fora. Como não tenho varanda, vou mais longe.

 

O Frankie foi o escolhido para o final da semana que passou. E dou-vos já um spoiler: que bela maneira de acabar uma semana. Porque estava sol. Porque estiveram 17º. E porque o Frankie tem só os melhores cachorros. Nem a fila que estava à porta quando lá chegámos, nos demoveu. E valeu a pena.

 

Fomos ao Frankie do Saldanha. O sistema é de pré-pagamento, com os menus cá fora. A fila permite-nos escolher aquilo que queremos pedir, entre uma infinidade de cachorros com combinações de ingredientes bastante apetecíveis, duas sobremesas por dia da semana, e 3 tipos de limonada e outras bebidas. O atendimento é bastante rápido para a afluência de pedidos que têm. Estão sempre a entrar pessoas, e o espaço é grande. 

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É então um Crispy Cheddar — mostarda com mel, salsicha Frankfurt, queijo cheddar derretido e cebola crocante — uma limonada de maracujá e batatas fritas acompanhadas por maionese de limão e maionese de alho. O equilíbrio entre tudo estava perfeito. O Crispy era tão bom, que foi amor à primeira dentada. A decisão de voltar apoderou-se de nós, porque queremos experimentar tudo. E repetir as batatas com as duas maioneses que estavam deliciosas.

beijinhos **

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Ter | 23.01.18

É a memória que constrói o tempo.

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 // imagem retirada do Pinterest //

E que nos permite definir a história. A nossa história. Que fica, todos os dias, mais recheada. De bons momentos e de valentes aprendizagens. De pessoas que vêm, ficam e que nos marcam. De pessoas que vêm e que se vão embora, sem aviso prévio. E é com todas as recordações que conseguimos construir a nossa memória, que nos permite construir o tempo. O nosso tempo.

 

É com ternura que oiço as histórias que me são contadas. Sobre os meus avós paternos, que não tive o prazer de conhecer. Sobre a infância dos meus pais. E sobre os momentos de que têm mais saudades. “Jogar ao guelas (berlindes) e ao canivete”, diz a mãe. “Fugíamos da escola e íamos comer as cerejas, lá no monte. Eram tão boas”, diz o pai. Os seus olhos brilham e transbordam de felicidade e nostalgia ao recordarem momentos tão felizes. São estas recordações, ainda tão vivas, na sua memória, que lhes permitem reviver, ainda que por breves instantes, aquilo que um dia os fez tão felizes. Porque era apenas preciso um canivete para fazer as delícias dos mais pequenos. Ou uma árvore carregada de cerejas para ficar com um sorriso e encher a barriga de quem morava no campo.

 

Porque o tempo passa, e ficam apenas as recordações dos melhores momentos. Porque são essas recordações que nos lembram o quão felizes já fomos. E todas as aprendizagens e objetivos que já alcançamos. Porque é com a construção dessas memórias que nos desafiamos a fazer mais e melhor. Alcançar o tempo é um desafio constante. E fazer com que ele não se esgote é a melhor forma de o aproveitar, ao máximo.

beijinhos **

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Sab | 13.01.18

Coisas que nunca fiz.

Mudança de planos. Até ao final do ano terão um ‘fora de horas’ sempre diferente, e ao sábado. Normalmente, as respostas a este desafio saem à setxa feira, mas a mim dá-me mais jeito ao sábado. É uma questão de logística. E, para a segunda semana do 2018, temos o desafio de pensar em coisas que nunca fizemos ou pensámos fazer. Coisas que nunca vamos comer ou beber. Coisas várias que nunca nos passaram pela cabeça. Ou coisas que simplesmente ainda não tivemos oportunidade de fazer.

 

* Eu nunca comi caracóis. E também não quero, obrigada. Acredito que seja um verdadeiro manjar dos deuses, mas comer coisas viscosas que já andaram pelo chão e que largam demasiado muco, não é, definitivamente, a minha cena.

 

* Eu nunca saltei de um avião. Mas já estive mais longe. Apesar de ser uma verdadeira flor de estufa, se há coisa que gosto é desafiar os meus limites. Sentir a adrenalina a correr-me pelas veias é uma sensação indescritível. Ainda só não encontrei um a pessoa tão maluca quanto eu.

 

* Eu nunca comprei alguma coisa em 2.ª mão. Pois é bem verdade. Vou vendendo algumas coisas pelo OLX, mas nunca comprei nada que já foi usado. Nada de nadinha. Nem sequer um livro.

 

* Eu nunca fui a Espanha. É mesmo aqui ao lado e ainda nem um pé lá pus. Também não é país que me seduza, particularmente. Mas gostava de visitar algumas cidades. Alguns pontos turísticos específicos. Mas já fui mais longe: Londres e Roma.

 

* Eu nunca vi o Harry Poter, Game of Thrones e outros que tais. Nop, confesso que o género fantástico não é dos meus favoritos. Nem sequer tenho curiosidade. Talvez um dia, por alguma razão muito especial, poderei ver, mas para já não.

beijinhos **

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